"Maestro"

Temer é destaque ao apaziguar embates políticos e econômicos do Brasil

É possível afirmar sem sobra de dúvidas, o que era apenas lado A ou B, agora houve abertura para o lado C, seja lá quem for, através de quem, com formação da base de grupos que buscam outras alternativas.

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Política

Da Redação

Nem mesmo o maior dos otimistas ou pessimistas cientista político, poderia imaginar que no fervor do mais alto nível dos imbróglios, envolvendo o presidente do Brasil, amparado por milhões de apoiadores, contra o poderio decisivo do Superior Tribunal Federal, a sapiência, experiência e maestria do ex-presidente Michael Temer (MDB) mostrou que fez toda diferença.

Mesmo com críticas seja do lado A ou do B, referente ao posicionamento do presidente, os reflexos tanto dentro do cenário político, quanto administrativo e econômico foram sentidos instantaneamente, o que para muitos pode parecer com um recuo, ou até mesmo retrocesso, para outros, o ato foi minuciosamente calculado, início, meio e resultados positivos.

Esta atitude de apaziguar os ânimos desde o princípio era esperada, já que tinha duas opções, e a negociação sem o ganha, ganha, não é viável para ninguém, desta forma, a grande surpresa ficou com quem regeu com maestria, rapidez e eficiência, a poda das arestas, de vários nomes existentes no Brasil, o ex-presidente Michael Temer, mais uma vez mostrou a que veio, ou alguém tinha certeza de que neste momento crise, logo ele, seria o apaziguador.

Pelo que tudo indo, hoje, depois da intermediação do ex-presidente Temer, o país segue uma nova linha, índices da bolsa de valores mudaram completamente, fortalecendo a moeda nacional, as estimativas de inflação, que assombram os brasileiros, principalmente aqueles que sabem o significado das mudanças de preços diariamente, já tem uma estimativa muito menor por parte dos economistas especialistas, mudando o nível de confianças da economia do país, devido o alinhamento político e administrativo.

Com toda esta revolução instantânea, é possível afirmar sem sobra de dúvidas, o que era apenas lado A ou B, agora houve abertura para o lado C, seja lá quem for, através de quem, com formação da base de grupos que buscam outras alternativas. Mostrar competência para resolver, apaziguar, agregar lideranças, criar tendências, estratégias política e de desenvolvimento econômico, já está mais que comprovado.

Com a direita fragilizada, a esquerda enfraquecida, e o fortalecimento do “centrão”, que entrou no caminho do desenvolvimento, agregando forças de várias siglas e lideranças mudanças no cenário político e eleitoral, já começam apresentar novos esboços.

É bem coisa de brasileiro, no momento de crise, criar alternativas para contornar as dificuldades e descobrir novos caminhos, se for para o bem da nação, que veja o maestro Michel Temer reger a Orquestra Nacional.

Foto: amazonasatual/Divulgação

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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