MATO GROSSO

Técnicos municipais de Assistência Social e agentes comunitários de saúde têm direito ao cartão do SER Família

Programa foi idealizado pela primeira-dama de MT; repasse está previsto como gratificação pelo acompanhamento das famílias assistidas

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Política

Foto por João Reis

Técnicos municipais de Assistência Social e agentes comunitários de saúde (ACS) dos municípios que aderiram ao Programa SER Família também irão receber um cartão do benefício. O repasse está previsto no Decreto nº 219, de 4 de abril de 2023, como forma de gratificação pelo acompanhamento das famílias assistidas pelo programa.

O repasse aos profissionais foi estabelecido porque o acompanhamento das famílias inscritas no Programa SER Família é um serviço que vai além do que é oferecido regularmente pelos municípios.

Conforme previsto no artigo 44 do Decreto nº 219, os municípios que aderirem ao Programa Ser Família e seus programas complementares se comprometem a designar agentes comunitários de saúde e/ou Agentes de endemias e técnicos de referência de Assistência Social, preferencialmente do quadro efetivo, para contribuir na execução do programa e participar na realização do trabalho social com as famílias.

Os municípios também deverão assegurar que a equipe de referência municipal, vinculada ao programa, realize o acompanhamento periódico das famílias no âmbito dos seus respectivos territórios, apresentando relatórios trimestrais, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

De acordo com o artigo 54 e 55 do decreto estadual, os auxiliares de referência deverão realizar o acompanhamento de no mínimo 5 e no máximo 12 famílias, já os técnicos de referência que atuam na Proteção Social Básica (PSB) deverão acompanhar no mínimo 100 e no máximo 200 famílias.

Assim como as famílias beneficiadas pelo SER Família, os agentes comunitários de saúde, de endemias e os orientadores sociais receberão cartão alimentação, no valor de até R$ 220,00, e os Técnicos de Referência da Assistência Social, participantes do programa, receberão cartão alimentação no valor de RS 300,00. O cartão alimentação seguirá as mesmas regras para aquisição de gêneros alimentícios previstas para as famílias beneficiárias do Programa SER Família.

A seleção do número de técnicos de referência ficará sob responsabilidade da gestão municipal, levando em consideração a equipe disponível e as atribuições pertinentes ao programa e as demais demandas cotidianas do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

Todas as famílias beneficiárias do Programa SER Família deverão, obrigatoriamente, ser inseridas nas ações socioassistenciais, priorizando o Acompanhamento Familiar, que deverá ser ofertado pelas Equipes de Referência que compõem os CRAS e, nas situações de violação de direitos, no Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS. Por isso a necessidade da gratificação aos ACSs e técnicos de assistência social dos municípios.

Cada família beneficiada receberá o cartão conforme informado no momento do cadastro, ou seja, de apenas um tipo de benefício, seja ele somente do SER Família, ou das outras vertentes, como o SER Família Criança, SER Família Idoso, SER Família Inclusivo e SER Família Indígena. Entre os requisitos para ter direito ao Programa SER Família estão ter renda per capita de R$ 105,00, ser de extrema pobreza, e apenas uma pessoa da família ter realizado o cadastro.

Denúncias devem ser formalizadas pelo Fale Cidadão (https://ouvidoria.cge.mt.gov.br/falecidadao/) para que sejam apuradas.

SECOM/MT

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Política

Conselho de Comunicação Social debate regulação de redes sociais

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O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional agendou duas reuniões para esta segunda-feira (14), na ala Alexandre Costa do Senado. Na primeira, a partir das 9h30, haverá audiência pública para debater a regulação de redes sociais com foco na moderação de conteúdo e na remoção de contas de usuários.

Confirmaram participação no debate:

  • Tainá Aguiar Junquilho, coordenadora do Laboratório de Governança e Regulação da Inteligência Artificial do IDP;
  • Fernanda Campagnucci, diretora do centro de pesquisa InternetLab;
  • Alexandre Arns Gonzales, membro do DiraCom, organização da sociedade civil de defesa do direito à comunicação;
  • e Jamil Assis, diretor do Instituto Sivis, organização da sociedade civil de defesa da liberdade de expressão.

Na segunda reunião do CCS, a partir das 14h, haverá reunião ordinária para lançamento da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasilrealizada pela Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho (Fundacentro), em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

Também será analisada a comunicação pública em período eleitoral e o Guia para Remuneração Justa do Conteúdo Jornalístico, da Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Será discutida também a realização de uma audiência pública no mês de novembro para debater educação midiática e letramento digital.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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