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TCE-MT visita menor município de Mato Grosso e debate soluções para as desigualdades regionais

Não é aceitável que as pequenas cidades desapareçam. Tenho isso como prioridade, focar primeiramente em cidades como Araguainha,

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Credito TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, buscando viabilizar o TCE em Movimento – Sustentabilidade e Desenvolvimento, debaterá soluções para a redução das desigualdades regionais entre os municípios do Estado. O encontro será realizado em Araguainha, menor município do Estado, nesta quinta-feira (18/01), às 9h, e contará com a participação de sete municípios da região.

Para o presidente, esses são temas prioritários, considerando especialmente que o último Censo Demográfico apontou que 51 cidades de Mato Grosso perderam habitantes nos últimos anos.

“Não é aceitável que as pequenas cidades desapareçam. Tenho isso como prioridade, focar primeiramente em cidades como Araguainha, que mais necessitam do apoio do poder público para que, assim como as demais, também tenham condições de caminhar sozinhas em benefício da coletividade”, destaca o presidente.

Segundo o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2022, o município tem aproximadamente mil habitantes, sendo o menor do estado. “Em 2010, a população era de 1.400 habitantes, enquanto hoje conta com pouco mais de 900. 350 pessoas de Araguainha estão inscritas no Bolsa Família, então algo precisa ser feito”, disse Sérgio Ricardo.

O diálogo também envolverá gestores de Alto Araguaia, Torixoréu, Ribeirãozinho, Ponte Branca, Alto Garças, Alto Taquari e Guiratinga, que poderão expor as necessidades locais e as causas para a redução populacional.

O presidente da Comissão Central do Programa de Sustentabilidade e Desenvolvimento de Municípios de Mato Grosso do TCE-MT, conselheiro Valter Albano, também vai participar do evento e afirmou que o diferencial do programa é a abordagem inovadora em prol do crescimento local.

“Ao mobilizar os recursos latentes na região, otimizar o uso dos recursos públicos e adaptar os projetos às condições locais, buscamos não apenas impulsionar a renda e promover a expansão da cidadania, construindo um futuro mais inclusivo e sustentável para os cidadãos”, disse.

Além de representantes do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa (ALMT), o encontro contará com a participação de profissionais do Sebrae, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

A programação inclui visita ao Domo de Araguainha, que é a maior cratera de impacto meteorítico do Brasil e na horta municipal. Também será feito um levantamento das condições de saneamento básico na região.

Sérgio Ricardo já havia adiantado que, entre suas primeiras ações para 2024, estaria a visita  aos 10 municípios mais pobres do Estado. “Essas visitas são para evitar que Mato Grosso perca municípios, onde há 35 cidades que podem virar distrito por não conseguirem arrecadar o que gastam”.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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