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TCE-MT sedia VI Congresso de Governança e Controle Externo nesta quarta-feira (11); inscreva-se

A fim de simplificar o acesso a informações e serviços disponibilizados pelo TCE-MT, o Sistema de Gestão Acadêmica (SGA) foi integrado ao Conta TCE.

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Secretaria de Comunicação/TCE-MT

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) sedia, a partir das 19h desta quarta-feira (11), o VI Congresso de Governança e Controle Externo. O encontro, que será no auditório da Escola Superior de Contas, integra a programação das Olimpíadas dos Tribunais de Contas do Brasil 2023 – OTC Pantanal, sediadas em Cuiabá de 8 a 15 de outubro. Clique aqui para se inscrever

Aproveitando a presença de mais de 1,2 mil servidores dos tribunais de contas de todo o país em Cuiabá, a capacitação busca difundir sistemas modernos de governança e fornecer ferramentas eficazes para o controle externo de gastos públicos.

O encontro é fruto da parceria entre o TCE-MT, a Associação Nacional Olímpica dos Servidores dos Tribunais de Contas do Brasil (Anostc), Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e a Federação Nacional das Entidades dos Servidores dos Tribunais de Contas do Brasil (Fenastc).

Cadastro na Conta TCE

A fim de simplificar o acesso a informações e serviços disponibilizados pelo TCE-MT, o Sistema de Gestão Acadêmica (SGA) foi integrado ao Conta TCE. Com a unificação, todos os interessados em capacitações ofertadas pela Escola Superior de Contas deverão efetuar cadastro na plataforma Conta TCE.

A partir de novembro, o cadastro será obrigatório para acesso aos serviços da Escola Superior de Contas, como emissão de certificados e inscrição em eventos. Dessa forma, para agilizar a participação nas capacitações, especialmente as presenciais, o TCE-MT recomenda o cadastro prévio, que já está disponível – clique aqui.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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