"Viabilidade"

TCE-MT e ALMT discutem ação integrada em projetos voltados à municipalidade

“Estamos preparando o planejamento estratégico de 12 anos para 88 municípios, principalmente os que tiveram prefeitos empossados em 2021, em plena pandemia”.

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Foto: Thiago Bergamasco/TCE-MT

Em busca de estreitar relacionamento e unir esforços em prol de objetivos em comum, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), liderado pelo conselheiro-presidente José Carlos Novelli, fez uma visita institucional à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na terça-feira (24). 

“Nesta visita, trouxemos ideias que dependem do trabalho integrado da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas em cima da nova gestão do TCE e das novas metas que temos para a administração pública municipal mato-grossense”, ressaltou o presidente. 

Como exemplo, Novelli destacou o ciclo bianual de capacitação da gestão pública municipal e o Programa de Apoio ao Gerenciamento do Planejamento Estratégico dos Municípios (GPE).

“Estamos preparando o planejamento estratégico de 12 anos para 88 municípios, principalmente os que tiveram prefeitos empossados em 2021, em plena pandemia. Queremos dar esse reforço para que a administração pública municipal realmente possa prestar serviço de qualidade a nossa sociedade”, declarou o presidente. 

Na oportunidade, Novelli pontuou ainda que o Tribunal de Contas não é apenas fiscalizador, mas acima de tudo orientador de políticas públicas. Nesse sentido, lembrou da Assessoria Parlamentar (Aspar), instalada no TCE-MT, e que faz o trabalho de integração entre os órgãos. “Não devemos esquecer nunca que o Tribunal de Contas é órgão técnico que presta seus serviços para que a Assembleia possa fazer a fiscalização do Executivo”.

Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Eduardo Botelho endossou as palavras do presidente e enalteceu a parceria entre os órgãos. “Estamos trabalhando sempre em conjunto, em total harmonia e tem dado resultado bom para o estado e população”.

Participaram ainda da visita os conselheiros Sérgio Ricardo e Guilherme Maluf, o procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar, o secretário da Aspar, Carlos Brito, e o deputado estadual Max Russi.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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