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Stopa afirma que não há consenso e que decisão sobre candidatura será da direção nacional da federação

Stopa afirmou que a expectativa agora é que a definição ocorra ainda em abril

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Secom Prefeitura de Cuiaba

Pelo jeito em que andam as conversações nos partidos que integram a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PC do B), tudo aponta para uma total indefinição quanto ao pré-candidato ao Palácio Alencastro nas próximas eleições. O vice-prefeito José Roberto Stopa (PV) reforçou que as articulações sobre quem será o candidato da Federação Brasil da Esperança está estagnada, já que tanto ele quanto o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) estão irredutíveis. Sem um critério estabelecido para a escolha, o gestor acredita que a decisão deve ser tomada pela direção nacional da federação.

“É direito de ambos serem candidatos, que vença o melhor. No momento, não há possibilidade de recuo. Ressaltando que estou conversando, não há problema de relacionamento. No entanto, é normal divergências, ele acha que ele tem que ser o candidato e eu acho que sou eu”, afirmou, em conversa com a imprensa, durante ato de filiação do PSD, na Câmara de Cuiabá, na manhã deste sábado (06).
“Em algum momento nós vamos ter que definir isso. Não existe acordo, apenas que a decisão tem que ser na nacional. Em todas as capitais será assim”, ressaltou.
Stopa afirmou que a expectativa agora é que a definição ocorra ainda em abril, já que a demora acaba prejudicando as articulações do grupo em busca de partidos para o arco de alianças. Até então, a única certeza é ter o PSD, do ministro Carlos Fávaro (Agricultura), no palanque.
“Acredito que a decisão tem que ser tomada em abril, pois se perde o time da pré-campanha. Tínhamos um pré-acordo de que seria dia 5, mas aconteceram fatos novos, vamos torcer para que busquemos o entendimento até dia 30”, destacou.

 

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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