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Stopa acompanha teste com estabilizador de solo nos serviços de tapa buracos

Prefeitura de Cuiabá juntamente com a Agência Municipal de Regulação (Arsec) solicitaram providências para que os problemas após abertura para instalação de novas redes de esgotamento fossem solucionados.

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Política

O secretário municipal de Obras Públicas e vice-prefeito, José Roberto Stopa, acompanhou na tarde de quinta-feira (24), equipe técnica da Concessionária Águas Cuiabá, no bairro Dom Aquino. No local, foi realizado o primeiro teste na aplicação de novo estabilizador de solo. A qualidade na prestação dos serviços é uma exigência da gestão Emanuel Pinheiro. 

Conforme a empresa, trata-se de um novo produto que irá impedir a ruptura do solo ao longo do tempo, evitando fissuras no asfalto após a realização de obras pela concessionária.

Diante do grande volume de chuva e da qualidade dos serviços de tapa buracos após obras de saneamento na cidade, a  Prefeitura de Cuiabá juntamente com a Agência Municipal de Regulação (Arsec)  solicitaram providências para que os problemas após abertura para instalação de novas redes de esgotamento fossem solucionados.

“Já aplicamos multas e estamos acompanhando  para que a Águas Cuiabá tome providências e edite medidas favoráveis para solucionar a situação. É o primeiro teste e nós vamos acompanhar a efetividade do produto. Esperamos que dê certo”, declarou Stopa.

O estabilizador de solos é um composto organo-metálico alcalino derivado de hidro-cabonetos saturados de cadeia média.  Como primeiro procedimento de uso, o estabilizador é incorporado ao solo com um de seus reagentes, o sulfato de alumínio, que produz um efeito de impermeabilização. Esse efeito ocorre pelo fato de que as partículas argilosas do solo absorverem o aditivo (retendo íons de alumínio), produzindo mudanças na atividade superficial dessas partículas.

“Entretanto, o mais importante, é sua capacidade de criar formações na massa de solo, que tendem a reduzir a capilaridade. Forma-se um gel Insolúvel que passa a preencher os microporos existentes na massa de solo. Com isso, o solo fica impermeabilizado e estabilizado na presença de água. Essa formação, inibe seu poder de sucção, de maneira que para aumentos de umidade até uma eventual saturação, os solos tratados com o Estabilizador passam a perder proporcionalmente menor resistência em relação aos que não foram tratados”, explicou o diretor-geral da Águas Cuiabá, William Figueiredo.  

O secretário de Obras do município fez questão de lembrar que no quesito universalização da água e esgoto seguem em expansão, mas o serviço de tapa buraco era muito ruim.

“Estamos preocupados e com razão. A gestão trabalhar para oferecer qualidade de vida à população. A atitude por parte do executivo não poderia ser diferente. Não podemos deixar que a Águas Cuiabá transforme a cidade num verdadeiro queijo suíço. Sabemos da importância da rede de esgoto porém, a população não pode arcar com os prejuízos”, acrescentou.

“Hoje é o primeiro passo. A Águas Cuiabá tem ciência da situação e garante  que todos os problemas serão resolvidos. Onde tiver buraco terá que ser tapado. Por ser uma concessionária que presta serviços para o município, tem que seguir a política da Prefeitura. Esse é um compromisso firmado e que deve ser cumprido”, acrescentou o vice-prefeito e secretário de Obras.

No dia 1º dezembro de 2021, o prefeito Emanuel Pinheiro editou o decreto de nº 8.830 que rege sobre a proibição da empresa iniciar novas obras de implantação de rede coletora de esgoto em vias já pavimentadas. O objetivo é garantir melhor qualidade na execução dos reparos realizados após a instalação da estrutura.

“O bom censo prevaleceu. A Águas Cuiabá deu o primeiro passo e esperamos que dê certo. Faz-se necessário a aproveitar o período das chuvas, nos 30 dias próximos para execução dos reparos. O bom senso prevaleceu e estão tomando as providencias necessárias. Do contrário, não terão autorização para iniciar novas obras”, finalizou Stopa.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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