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Solidariedade em Ação é apresentado em Brasília ao Ministério dos Direitos Humanos

O programa que transfere renda para as crianças órfãs do feminicídio foi o tema central da audiência

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Foto: Clarice Castro/ MDHC
O Programa Solidariedade  em Ação, da Prefeitura de Cuiabá, direcionado à transferência de renda para os órfãos do feminicídio, foi apresentado, nesta quinta-feira (26), em Brasília, ao ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida.
A ação, que já beneficia nove crianças na capital e, mantém outras três em processo de validação, foi vista com entusiasmo pelo ministro que planeja atuar em prol da orfandade.
“Há uma sinergia do que está sendo feito em Cuiabá com o que o Ministério planeja. São desenhos de projetos que fazem parte do nosso planejamento”, disse Almeida, advogado e professor que atua na promoção de direitos e proteção da diversidade social brasileira.
Segundo a primeira-dama Márcia Pinheiro, idealizadora da iniciativa, esse primeiro contato com o Governo Federal é para apresentar as políticas públicas cuiabanas que estão alcançando outros lugares no Brasil.
“O Solidariedade em Ação já é uma realidade que começou em Cuiabá e hoje alcança estados como Rio de Janeiro, Pernambuco, Acre, entre outros. Então queremos apresentar ao Governo Federal para que se institua como uma política de estado e assim alcançar todas as crianças que, infelizmente, ficam órfãs e sem apoio para seguir em frente”, ressaltou.
O benefício, instituído por lei, paga o valor de R$ 1.302 (salário mínimo atualizado de 2023) às crianças órfãs, o  que auxilia as famílias com a guarda a atender as necessidades escolares, médicas, psicológicas ou mesmo alimentar.
“Nós fomos surpreendidos felizmente que o Ministério também caminha no sentido de implantar políticas públicas para os órfãos  e debater de forma mais ampla atendendo o conjunto de crianças e adolescentes que ficam órfãos”, ressaltou Hellen Ferreira, secretária de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.
Fonte: SECOM CUIABÁ
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Dia Nacional do Livro convida reflexões sobre o incentivo à leitura

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Por Priscila Mendes

Uma viagem filosófica pelo espaço, que reflete sobre o apego material como “princípio do fim”. A canção “Busca Vida”, da banda Os Paralamas do Sucesso, composta por Herbert Vianna em 1996, lembra o clássico livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.

Misturar música e literatura, assim como mesclar outras artes é comum. Em “Amor, I Love You”, de Marisa Monte, um fragmento do romance “O Primo Basílio”, do escritor português Eça de Queiroz em 1878, ficou famoso pela narração de Arnaldo Antunes.

Para marcar o Dia Nacional do Livro, instituído pela Lei Federal número 5.191 de 1966, a Rádio Assembleia conversou com fazedores de literatura em Mato Grosso.

A data celebra a criação da primeira biblioteca brasileira — a Real Biblioteca, criada em 29 de outubro de 1810, quando o acervo da Real Biblioteca Portuguesa foi transferido para o Rio de Janeiro, então capital do país, por decreto de Dom João VI. Após a Proclamação da República, em 1889, o espaço cultural passou a ser chamado de Biblioteca Nacional.

A atriz, escritora e narradora de histórias Alicce Oliveira bem sabe misturar expressões artísticas para prender a atenção dos ouvintes.

Com técnicas teatrais, canto, sonoridades, ela conta histórias que valorizam as culturas, por meio de lendas e memórias muitas vezes esquecidas.

Incentivar o interesse pela leitura é um dos objetivos do Plano Estadual do Livro, da Leitura, da Literatura e da Biblioteca de Mato Grosso, instituído em 2022, por meio da lei 1.820, aprovada aqui na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

No entanto, o Plano ainda demanda de implementação. Maria Teresa Carracedo, editora da Entrelinhas, reflete sobre tal demanda para o mercado editorial de Mato Grosso.

De toda maneira, um ponto é consenso entre todos os fazedores de literatura do Estado: é necessário incentivar a produção mato-grossense. Lorenzo Falcão, jornalista, escritor e um dos membros da Academia Mato-grossense de Letras, destaca:

Então, se a proposta é incentivar a literatura do Estado, que dialoga também com outras artes, vamos encerrar essa reportagem com um trecho da poesia “Enluarados”, de Luciene Carvalho, presidenta da Academia Mato-grossense de Letras. A obra compõe o CD Centelha, musicado por Ebinho Cardoso.

Confira matéria completa no áudio acima.

Fonte: ALMT – MT



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