"PATINANDO"

Senador Wellington Fagundes segue há meses na casa dos 30%

Mesmo com vários anos afirmando buscar por reeleição ao Senado, não ultrapassa 30% das intenções de voto

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Do teto à estagnação, se por um lado a média dos 30% das intenções de votos apontadas nas últimas pesquisas, é bem vista por uns, por outro, preocupa os especialistas e anima os adversários, já que o popular “daí não passa”, é visto como oportunidade, para quem tem condições de brigar pela única vaga no Senado.

Especialistas apontam para complicações no decorrer da campanha de reeleição do senador, Wellington Fagundes (PL), já que mesmo com o “palanque” do governador, Mauro Mendes todo para ele, e com o apoio do presidente, Jair Bolsonaro, não surtiram efeitos, pelo que tudo indica, a transferência de votos não está sendo convertida.

A iminência da gravidade no cenário eleitoral, pode ocorrer devido ao fato da desistência da candidatura da Dr. Natasha Slhessarenko (PSB), até mesmo após o episódio da cassação do mandatado de seu principal adversário, Neri Geller (PP), e os números continuam os mesmos.

“O peso de um candidato com apoio do presidente, somado ao governador, com desistência de candidata e pendência de adversário, não consegue progredir em sua campanha, algo de errado não está certo, mesmo com o caminho livre, continua parado”.

Diante deste cenário, para aquecer ainda mais a disputa pela única vaga ao Senado da República, existe o detalhe que todas as pesquisas divulgadas até o momento têm em comum, a maioria dos entrevistados, mais de 53% é formada por eleitores que declararam indecisos, ou que possuem a tendência de votar em branco e nulo.

Ou seja, mesmo com a consolidação na casa dos 30% das intenções de votos, esse número é suficiente para reeleger o senador Wellington Fagundes, ou os dados são mais preocupantes, acendendo um sinal de alerta, e revelando que ainda existe oportunidades para os adversários.

De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores, e segundo o “Aracuã do Pantanal”, atividades ocultas e explícitas estão sendo desenvolvidas, com resultados que irão surpreender até mesmo os mais atentos, causando não só uma reviravolta, mas um verdadeiro capotamento nesta disputa.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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