“Menos Um”

Sem MDB oposição busca por outro caminho

W.O é a meta ser batida pela oposição ao Governo do Estado de Mato Grosso

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Até na semana passada, as cogitações de que o MDB poderia apresentar o ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz como pré-candidato para concorrer o governo do estado, entrando no embate possivelmente contra Mauro Mendes caiu por terra nesta semana.

Desde o princípio desta cogitação da sigla lançar candidatura própria, a deputada Janaina Riva (MDB) foi contra, afirmando que não seria correto, já que o partido permaneceu na base do governador, durante toda gestão.

Os fatos e boatos tomaram conta dos cenários por algumas horas, até dias, mas que de concreto, até o momento, apenas o clima apaziguado entre as lideranças do MDB, como o deputado federal, Carlos Bezerra e a deputada Janaina Riva, em continuar apoiando os projetos do governador, Mauro Mendes do grupo União Brasil.

Foto: Alair Ribeiro

Nós últimos meses, vários nomes já foram cogitados, do vice-prefeito de Cuiabá, a vários ex-deputados, senadores, e ex-prefeitos de cidades do interior de Mato Grosso, mas até o momento nada confirmado, nem os maiores cientistas políticos de whatssapp, boteco, tablado e campo de futebol, iriam prever ou estipular a ausência da definição de um nome para disputar o governo, com ou sem Mauro Mendes.

 “Parece que vaga de vice-governador está sendo mais disputada do que a de governador, para as próximas eleições”.

Agora, faltando poucos meses para eleição, apresentar alguns nomes, sem a real formação do grupo, com base consolidada, é mais característico de uma estratégia para fomentar o agente na vida pública, demonstrando objetivos futuros.

Assim como o MDB, outros partidos buscam o mesmo caminho, aguardam as decisões do governador, que mesmo sem confirmar a sua pré-candidatura ou não, ainda segue conquistando apoiadores, já do outro lado, o W.O ou até mesmo um personagem, são as opções mais cogitadas.

 

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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