“Menos Um”

Sem MDB oposição busca por outro caminho

W.O é a meta ser batida pela oposição ao Governo do Estado de Mato Grosso

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Até na semana passada, as cogitações de que o MDB poderia apresentar o ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz como pré-candidato para concorrer o governo do estado, entrando no embate possivelmente contra Mauro Mendes caiu por terra nesta semana.

Desde o princípio desta cogitação da sigla lançar candidatura própria, a deputada Janaina Riva (MDB) foi contra, afirmando que não seria correto, já que o partido permaneceu na base do governador, durante toda gestão.

Os fatos e boatos tomaram conta dos cenários por algumas horas, até dias, mas que de concreto, até o momento, apenas o clima apaziguado entre as lideranças do MDB, como o deputado federal, Carlos Bezerra e a deputada Janaina Riva, em continuar apoiando os projetos do governador, Mauro Mendes do grupo União Brasil.

Foto: Alair Ribeiro

Nós últimos meses, vários nomes já foram cogitados, do vice-prefeito de Cuiabá, a vários ex-deputados, senadores, e ex-prefeitos de cidades do interior de Mato Grosso, mas até o momento nada confirmado, nem os maiores cientistas políticos de whatssapp, boteco, tablado e campo de futebol, iriam prever ou estipular a ausência da definição de um nome para disputar o governo, com ou sem Mauro Mendes.

 “Parece que vaga de vice-governador está sendo mais disputada do que a de governador, para as próximas eleições”.

Agora, faltando poucos meses para eleição, apresentar alguns nomes, sem a real formação do grupo, com base consolidada, é mais característico de uma estratégia para fomentar o agente na vida pública, demonstrando objetivos futuros.

Assim como o MDB, outros partidos buscam o mesmo caminho, aguardam as decisões do governador, que mesmo sem confirmar a sua pré-candidatura ou não, ainda segue conquistando apoiadores, já do outro lado, o W.O ou até mesmo um personagem, são as opções mais cogitadas.

 

 

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Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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