LAUDO NÃO ACIDENTAL

Segundo laudo pericial, cabo da PM não foi morto por tiro acidental em discussão com esposa

Laudo da Politec aponta que foi descartada a hipótese de disparo acidental após a queda da arma

Publicado em

Política

Reprodução

Está descartada a hipótese de um tiro acidental no episódio que resultou na morte do cabo da Polícia Militar Walber Diego Coene, de 37 anos. É o que atesta o laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ele morreu após se envolver em uma discussão com a esposa, em janeiro deste ano, em Cuiabá.
Naquela oportunidade foi relatado que Walber havia discutido com a esposa e entrado em luta corporal com a mulher. Na briga, ele acabou sendo atingido por um tiro acidental no ombro direito.
Entretanto, o laudo da Politec aponta que foi descartada a hipótese de disparo acidental após a queda da arma. O motivo seria que, tanto a arma quanto os carregadores, apresentaram funcionamento normal dos mecanismos, sendo acionado somente mediante acionamento do gatilho.
Por este motivo, e baseando-se em vestígios materiais encontrados no local e durante o exame perinecroscópico, foi determinado que a morte de Welber foi causada por uma terceira pessoa.
Agora, a Polícia Civil continua a investigar as circunstâncias da morte do cabo da PM. Cabo Walber era natural de Cuiabá e ingressou na instituição em fevereiro de 2011. Prestava serviço na 3ª Companhia Independente de PM, em Santo Antônio do Leverger, pertencente ao 1º Comando Regional.

 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

Publicados

em


Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA