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Secretário diz que detentos do PCC que estavam no Capão em VG serão transferidos para espaço em frente à PCE

Secretário Roveri disse que as novas instalações são modernas e contempla equipamentos de automação para haver o risco mínimo de fuga ou confrontos.

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Secom - MT

O secretário de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), coronel César Roveri, afirmou em entrevista de que irá cumprir a decisão judicial e transferir 128 detentos do Primeiro Comando da Capital (PCC), que estão no Centro de Ressocialização de Várzea – Capão Grande – para um novo raio construído em frente à Penitenciária Central do Estado (PCE), no bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá.

“É uma decisão judicial e nós vamos cumpri-la assim que formos notificados. Temos um planejamento para onde serão remanejados esses reeducandos. Nós temos um novo raio, moderno já inaugurado onde vão abrigar esses reeducando dessa unidade”, disse secretário à imprensa.
Secretário Roveri disse que as novas instalações são modernas e contempla equipamentos de automação para haver o risco mínimo de fuga ou confrontos. Isso porque a PCE abriga os principais líderes da facção rival – Comando Vermelho – o que tem deixado os familiares preocupados.
A determinação da transferência é do juiz Geraldo Fideliz, da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, após denúncias de tortura, superlotação, calor excessivo e precariedade das celas, bem como a infestação de escorpiões e ambientes danificados pela ação do mofo e sujeira. De acordo com Roveri, o espaço vai abrigar cerca de 500 detentos.
“Já tem um novo planejamento, já estamos preparados. Estamos em contato com o doutor Fidélis, somente aguardando a notificação para que a gente possa cumprir. Existe um raio pronto, que fica na frente da PCE. São 432 novas vagas e ele está pronto. Com muro, administração com as celas modernas, com câmeras, sistema automatizado, assim como é na PCE, que fica a frente também”, detalhou.
Ao ser questionado se existe algum tipo de risco aos detentos do novo espaço, Roveri descartou. De acordo com ele, eles estão separados e não há risco de um enfrentamento.
“A unidade fica em frente à PCE. Fisicamente já estão em locais separados. Automaticamente estão separados”, finalizou.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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