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Secretário deixa audiência sobre o BRT após alegar risco de infarto durante debate na ALMT

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O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo de Oliveira, interrompeu sua participação em uma audiência pública realizada na manhã desta segunda-feira (13), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), após afirmar que o nível de tensão durante o debate poderia provocar um problema de saúde. A reunião tinha como objetivo discutir o andamento das obras do BRT em Cuiabá e Várzea Grande.

Durante a audiência, realizada na sala das Comissões Deputada Sarita Baracat, o secretário demonstrou irritação e informou que não permaneceria para responder aos questionamentos dos parlamentares. Segundo ele, a equipe técnica da Sinfra ficaria responsável pelos esclarecimentos.

“Com todo o respeito, a minha equipe vai responder. Eu vou pedir licença, porque eu sou muito nervoso e isso vai me infartar. Tem muita coisa que eu quero falar, mas eu não vou falar. Vou pedir licença em nome da minha equipe, porque isso vai me enfartar”, declarou.

Antes de deixar o plenário, Marcelo de Oliveira ressaltou que havia levado técnicos da Secretaria de Estado de Infraestrutura para prestar todas as informações necessárias sobre a execução do projeto e responder às dúvidas apresentadas pelos deputados.

O secretário foi convocado para a audiência por iniciativa do deputado estadual Lúdio Cabral (PT). Entre os temas debatidos estavam os atrasos no cronograma das obras do BRT, além de questões técnicas envolvendo os contratos firmados entre o Governo do Estado e as empresas responsáveis pela execução do empreendimento.

Após a saída de Marcelo de Oliveira, o secretário-adjunto de Gestão e Planejamento Metropolitano, Isaac Nascimento Filho, passou a conduzir os esclarecimentos e respondeu aos questionamentos dos parlamentares sobre o andamento das intervenções.



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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT

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A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.

A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.

De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.

Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.

A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.

Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.



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