JAIME CAMPOS

KALIL faz uma excelente gestão, faltou comunicação

Marcos Lemos sempre foi de extrema confiança da família Campos

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Política

Secom-MT

Durante entrevista senador Jayme Campos elogiou atual gestão, mas criticou a área de comunicação

Da Redação

Com índice de aprovação popular bem avaliada, acima dos 70%, a gestão do prefeito Kalil Baracat (MDB) ainda encontra grande dificuldade para comunicar com o cidadão várzea-grandense. Os trabalhos realizados pelas secretarias do município, haja visto que durante a entrevista à Rádio Cultura, o senador fez elogios às outras pastas e  a gestão do prefeito Kalil e teceu duras críticas a Secretaria de Comunicação  sob comando de seu fiel escudeiro Marcos Lemos. Segundo o próprio senador, a pasta deixa a desejar nos trabalhos de comunicação em mostrar a excelente gestão da atual administração.

Marcos Lemos tem uma longa jornada ao lado de Jayme Campos, quando este comandou o Palácio Couto Magalhães em três oportunidades. Além da gestão de Lucimar Campos, que deixou a prefeitura em 2020. Ele, que está na secretaria há quase 30 anos, também comandou a Secretaria de Comunicação na gestão do ex-governador Silval Barbosa, que escreveu uma triste história nas páginas da vida dos mato-grossenses, sendo marcada por corrupção e desmandos. O próprio Silval, em delação a Secom, pagou serviços a fornecedores sem prestação de serviços, causando prejuízos aos cofres públicos.

Marcos Lemos sempre foi de extrema confiança da família Campos. Esteve em todas as administrações de Jayme e Lucimar Campos. Seguiu com a indicação do senador na gestão de Kalil Baracat, que irá para a reeleição.

 

 

 

 

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Redações do Jovem Senador debatem democracia nas redes

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As redações da edição de 2026 do Programa Jovem Senador e Jovem Senadora Brasileiros recorreram à literatura, à filosofia, à legislação e à ciência política para discutir os desafios da democracia nas plataformas digitais. Com o tema “Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável”, os estudantes abordaram liberdade de expressão, desinformação, algoritmos e participação cidadã, além de apresentarem propostas para qualificar o debate público na internet.

Segundo o chefe do programa, George Cardim, o concurso estimulou estudantes e escolas a refletirem sobre temas relacionados à democracia e ao uso responsável das redes sociais.

— Em um ano de eleições gerais, a expressiva participação dos estudantes demonstra o interesse das novas gerações em refletir sobre o fortalecimento da democracia e a construção de um ambiente digital mais responsável, plural e respeitoso — afirmou.

Uma das redações selecionadas foi a de Yasmin da Silva Freitas, representante do Acre, que comparou as redes sociais a um jardim em que “cada publicação seria uma semente lançada ao vento — capaz de florescer em consciência ou se perder na intolerância”. A metáfora foi utilizada para refletir sobre o alcance das manifestações na internet e a responsabilidade dos usuários na construção do debate público.

As referências utilizadas pelos estudantes incluem autores, obras e normas jurídicas. O britânico George Orwell foi um dos escritores mais citados, especialmente por meio da obra 1984, romance distópico publicado em 1949 que retrata uma sociedade marcada pela vigilância, pela manipulação da informação e pela supressão da liberdade de expressão.

Entre os temas abordados estão o conceito de “bolhas de filtro”, termo criado em 2010 pelo ativista norte-americano Eli Pariser para descrever o isolamento intelectual gerado por algoritmos; o documentário O Dilema das Redes, do diretor norte-americano Jeff Orlowski, que mostra como as grandes empresas de tecnologia influenciam comportamentos e opiniões; e a Constituição Federal e o Marco Civil da Internet, apresentados como fundamentos para a discussão sobre direitos, deveres e responsabilidades no ambiente digital. A finalista do Rio Grande do Norte, Rita de Cássia Medeiros da Silva, também compara as redes sociais à Ágora de Atenas, espaço da Grécia Antiga associado ao debate público e à democracia.

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Além de identificar os desafios das redes sociais, os estudantes apresentaram propostas para fortalecer a democracia digital. Entre as sugestões mais recorrentes estão a ampliação da educação midiática e do letramento digital nas escolas, o incentivo ao pensamento crítico, a transparência dos algoritmos das plataformas digitais e medidas para enfrentar a desinformação.

A comissão julgadora avaliou as 81 redações finalistas encaminhadas pelas secretarias estaduais de educação. Os 27 estudantes selecionados, um de cada unidade da Federação, participarão da Semana de Vivência Legislativa no Senado, entre os dias 17 e 21 de agosto. As redações foram analisadas com base em critérios adaptados do modelo de correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), considerando aspectos como compreensão do tema, argumentação, organização textual e proposta de intervenção.

Para a diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado, Glauciene Lara, o programa estimula a formação cidadã ao incentivar os estudantes a refletirem sobre temas de interesse público.

— O Programa Jovem Senador e Jovem Senadora Brasileiros reafirma seu compromisso com a formação cidadã ao estimular estudantes de todo o país a refletir sobre temas essenciais para a democracia. As redações finalistas revelam uma geração curiosa, crítica e preparada para participar do debate público. São jovens que pesquisam, confrontam diferentes perspectivas, dialogam com autores clássicos e contemporâneos, transformando esse repertório em argumentos consistentes e propostas viáveis para os desafios do presente — disse.

Veja aqui as redações vencedoras de 2026

Conheça os finalistas dos estados e do DF em 2026

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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