“Cabo de Guerra”

Riva com Wellington e Bezerra com Neri racham MDB em MT

Divergências das lideranças geram instabilidade na base dos filiados da sigla em todo Mato Grosso.

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

“Balão”, “Bola nas costas”, “um belo do lençol” ou uma “caneta”, ali não rolou, se por um lado existe a “Escola Riva”, por outro tem o “Bezerrão”, que mais uma vez mostrou, porque tem mais de 40 anos de vida pública, sem ser preso e ficar impossibilitado definitivamente de exercer seus direitos políticos.

Que a convivência no partido MDB não era boa entre várias lideranças, disso não é segredo, as faíscas provocadas pelos embates internos, “iluminavam mais que fogos de artifício”, mas chegar ao ponto que chegou, era inesperado no cenário, ainda mais neste momento, mas como para determinados agentes, na política pode tudo, eis que a “bomba” foi desativada igual em um filme de ação, no último segundo.

Para quem vem acompanhando o desenvolvimento da corrida eleitoral, notou que a convenção do MDB, que era para ser realizada nesta semana, foi cancelada praticamente de última hora. Uns dizem que foi apenas uma questão de estratégia, outros apontam que uma incompatibilidade envolvendo as lideranças motivaram não só este cancelamento, mas também, uma verdadeira reviravolta nos próximos passos do MDB.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, a realização da convenção do MDB nesta semana, era um evento com diretrizes, desconhecida por parte do partido, que repudiou os atos característicos a “Operação Valquíria”, resultando em ações emergenciais, com apoio e interferência de dirigentes da cúpula do nacional.

“Foram brincar com o homem, achando que tem aspecto de idoso, uma forma decadente, e não tinha mais poder, a subestimação saiu caro, não contaram que ele podia se transformar no guerreiro poderoso e causar tanta reviravolta”.

Agora, pelo que tudo indica, o MDB está dividido entre em dois grupos, um segue liderado pela deputada estadual, Janaina Riva apoiando o seu sogro, senador, Wellington Fagundes (PL) na pré-candidatura à reeleição, e o outro liderado pelo deputado federal, Carlos Bezerra que apoia Neri Geller (PP) na pré-candidatura ao Senado da República.

De acordo com o “Aracuã do Pantanal”, devido as ações secretas, ou discretas por parte de alguns membros da sigla, que tinha como objetivo levar todo partido, mesmo sem consentimento da maioria, apenas para um lado, as questões agora, ultrapassaram o âmbito político e as decisões terão cunho além do pessoal.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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