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Recursos viabilizados por Blairo Maggi mudam da agricultura familiar à política de MT

Com R$ 18 milhões em obras, Parque de Exposições vira Centro de Eventos Senador Jonas Pinheiro

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Política

Mesmo sem estar exercendo um cargo eletivo, o ex-governador de Mato Grosso e ex-ministro da Agricultura, Blairo Borges Maggi tem seu nome em um dos maiores, empreendimentos com representativa do agronegócio do Centro-Oeste, com os inícios das obras do Parque de Exposição de Cuiabá, denominado de Jonas Pinheiro, localizado na região central da capital.

É certo afirmar que o setor tem vários representantes na bancada federal, seja através do pecuarista e senador, Jayme Campos, como também o senador, Carlos Fávaro e o sojicultor e deputado federal, Neri Geller, porém, nesta obra, reafirmando Cuiabá como a Capital do Agronegócio,  com a construção do Centro de Evento Senador Jonas Pinheiro potencializando a realização de eventos do local, assim, mais uma vez, Blairo Maggi é o nome mais comentado, em vários setores.

“Fontes ligadas ao ex-governador, confirmam que até o momento, retorno à vida pública está descartada, porém, fatos históricos lembram que esta estrada é um velho caminho”.

Para alguns especialistas em política, se o “noivado” do presidente, Jair Bolsonaro com PL já abalou os “pilares” do cenário da política, tirando o senador, Wellington Fagundes do papel de “azarão” para “destaque”, impulsionando seu nome para uma das principais lideranças política do estado, com o retorno do nome do ex-governador, Blairo Maggi, exatamente neste momento, que antecede o período eleitoral, acende o sinal de alerta, até para quem já tinha “aposentado a chuteira”.

Foto: Assessoria

O que mais houve na cidade, é que se com todos esses políticos exercendo mandato, não fizeram praticamente nada pelo Parque de Exposições, a suposta intervenção do ex-governador, viabilizou R$ 17.260 milhões, em contrapartida a Prefeitura de Cuiabá irá investir, R$ 787. 630 mil, para realização da obra, muda muitas cogitações eleitorais.

“São mais de R$ 18 milhões em investimentos, que vão mudar o cotidiano dos produtores e prestadores de serviços, com um lugar adequado, os eventos envolvendo toda cadeia produtiva serão periódicos, garantindo maior representatividade na economia, debatendo assuntos para os produtores produzirem mais e melhor, gerando mais empregos e renda na região”.

Entre fatos, boatos e cogitações, a notícia já movimentou o estado, mesmo sem o homem estar exercendo algum cargo público, conseguiu viabilizar recursos para construção de um empreendimento, atendendo a demanda de milhares de pessoas, principalmente os trabalhadores da agricultura familiar, e seus mercados consumidores, aí criou várias indagações, como: imagine ele em algum cargo?

Pelo que tudo indica, muita água ainda terá que passar por debaixo da ponte, as mudanças estão constantes.

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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