“Sem exclusividade”
Quem ganha e perde com “palanque aberto”
Para aqueles que buscavam por apoio irrestrito das principais lideranças o sonho virou pesadelo
Política
Nova regra ou alívio para aqueles que estavam sendo cobrados, pressionados, por apoio irrestrito na corrida eleitoral até outubro de 2022. Palanque aberto, é o assunto mais falado hoje, porém, se por um lado vai atender a maioria, por outro, vai inviabilizar o egocentrismo de alguém, aquele que contava com tudo só para ele.
Pelo que tudo indica, o pré-candidato a reeleição ao Senado da República, que passou boa parte da sua vida pública na base aliada da esquerda, e o hoje se intitula “bolsonarista”, não gostou nem um pouquinho da novidade, se as adversidades naturais com o desgaste de décadas como agente político, já o colocava no modo “lanterna dos afogados”, depois desta brecha do palanque aberto, a situação conseguiu ficar ainda pior.
Com o palanque mais propício em agradar “gregos e troianos”, alguém vai perder nesta situação, o que poderá resultar em mais mudanças de planos, já que a nova regra, praticamente excluir a imposição de exclusividade referente ao apoio partidário.
Segundo informações de bastidores e do “Aracuã do Pantanal”, a notícia caiu como uma bomba nos planos daquele que desejava tudo para ele, contando com uma reeleição praticamente garantida, ainda mais depois das mudanças das peças nos últimos, já declarando “não contavam com a minha astúcia”.
Assim como outros pássaros do Pantanal, já havia cantando para o Aracuã que muita coisa iria mudar até o período de convenção, as alterações nas últimas 24 horas, estão revelando de fato, quem é quem, e quais eram as suas verdadeiras intenções desde o princípio.
Hoje, de nada adianta fazer um discurso e tomar outras atitudes. O palanque aberto neste momento, além de aliviar a barra para um, atender as reivindicações de outros, também está servido para separar o “joio do trigo”.
Com esta nova opção, mais vale os apoiadores do candidato a reeleição ao Senado, deixar o modo “lanterna dos afogados”, e partir para o modelo dos sentinelas da Guerra do Paraguai, quando usaram o pico do morro de Santo Antônio de Leverger, quem saber assim, com tal iluminação irão encontrar outro caminho.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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