HOMENAGEM ÀS MULHERES
Primeira-dama de MT comemora o Dia Internacional das Mulheres com servidoras da Setasc
Evento foi nesta terça-feira (7) e a primeira-dama de MT Virginia Mendes acompanhou todos os detalhes de perto
Política

Créditos: João Reis – SECOM MT
A primeira-dama Virginia Mendes fez questão de acompanhar toda a organização junto com sua equipe da UNAF, e participou com de toda a programação e confraternizar com as servidoras. Na secretaria ela cumprimentou todos os servidores de todas as pastas.
“Eu gostaria que vocês entendessem que cada uma de vocês fazem a diferença na vida de muitas pessoas. Desde quem faz o cafezinho, a limpeza, um documento, o cartão, tudo. Tudo que vocês fazem faz reflete nos 141 municípios. Eu não faço nada sozinha, eu dependo de vocês. São vocês que fazem a diferença no nosso sonho que é o SER Família”, ressaltou Virginia Mendes.
Ela ressaltou que as mulheres são guerreiras e que não querem somente presentes e flores, mas sim, respeito e dignidade.
Foto: João ReisA secretária interina de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho agradeceu a equipe que não mediu esforços para que esse momento em homenagem à mulher viesse a acontecer. A secretária agradeceu especialmente a presença da primeira-dama, Virginia Mendes.
“Obrigada de coração porque a Setasc é o seu coração e sabemos o quanto a senhora ama cada ação que é realizada por esta secretaria. A essência da nossa pasta é fazer com que as políticas públicas sejam eficientes e com qualidade, e que cheguem a quem mais precisa. É a secretaria mais humana da estrutura de Governo e é onde o olhar é voltado para a pessoa que está em seu momento de vulnerabilidade social, e que trabalha de forma insistente e incansável para melhorar a situação e a vida dessas pessoas; essa é a nossa missão”.
A Setasc tem mais de 400 mulheres em seu quadro funcional, atuando em diversas áreas como a assistência social; na intermediação de mão-de-obra para buscar as vagas de emprego do SINE e na promoção de qualificação profissional ações de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva; no Restaurante Prato Popular, que serve 600 refeições por dia ao custo de R$ 1,00 e na distribuição de marmitas para população em situação de rua; na defesa dos direitos e defesa do consumidor no Procon; na Central Estadual de Interprete de Libras (CIL); no Centro Estadual de Cidadania instalado no Shopping de Várzea Grande; em comunidades rurais e urbanas com política de assuntos comunitários; na defesa dos Direitos Humanos, e nos Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família, como o programa Ser Família.

Créditos: João Reis – SECOM MT
A servidora pública Bruna Faria Gomes Silva, intérprete de libras que trabalha na Central Estadual de Interpretação de Libras da Setasc, realiza o importante papel de intermediar a comunicação para pessoas surdas em todo o Estado de forma presencial e virtual, especialmente para mulheres surdas, para assim poder ajudá-las a obter informações que necessitam, fazendo o acompanhamento em diversos serviços públicos e privados, a exemplo de uma consulta médica. “Atualmente, eu atendo a cinco mulheres grávidas que moram em Cuiabá, no acompanhamento do pré-natal, até na hora da internação para o parto”, disse Bruna.
A servidora Dulcinéia Tavares, lotada na secretaria adjunta de Direitos Humanos, ficou muito feliz pela homenagem realizada.“Para nós essa homenagem é muito importante. Eu quero agradecer à primeira-dama do Estado e á secretária Grasielle por essa valorização das servidoras da Setasc. Hoje é um papel invertido, já que estamos sempre levando os serviços e lutando pela valorização das mulheres”, disse.

Créditos: João Reis – SECOM MT
“É com grande alegria que recebemos essa celebração, porque a gente sempre trabalha com muito amor e carinho, apesar das dificuldades, e receber esse reconhecimento é muito gratificante. Isso refaz as nossas energias, principalmente nesse momento que temos muito trabalho a ser feito”, afirmou Luísa.
Fonte: SECOM-MT
Política
Eleitores aprovam mudanças territoriais em quatro municípios de MT
Eleitores de quatro municípios de Mato Grosso aprovaram, em plebiscitos realizados no domingo (25), propostas de mudanças nos limites territoriais de Poxoréu, Primavera do Leste, Colniza e Cotriguaçu. As consultas populares ocorreram durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Apesar da aprovação nas urnas, as alterações não serão imediatas e dependerão da tramitação e votação de projetos de lei na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
A expectativa é que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) comunique oficialmente nos próximos dias os resultados à Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Após o recebimento das informações, serão elaborados e apresentados os projetos de lei necessários para dar continuidade ao processo de alteração dos limites municipais.
Nos municípios de Poxoréu e Primavera do Leste, a proposta de desmembramento do distrito de Nova Poxoréu, atualmente pertencente a Poxoréu, para sua incorporação à Primavera do Leste recebeu 41.590 votos favoráveis, o equivalente a 74,66% dos 55.706 votos válidos. Outros 14.116 eleitores, 25,34%, votaram contra a mudança.
Já em Colniza e Cotriguaçu, a proposta de transferir as ilhas de ocupação do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, atualmente vinculadas territorialmente a Colniza, para Cotriguaçu também obteve ampla aprovação. Foram registrados 17.723 votos favoráveis, correspondentes a 86,61% dos votos válidos, enquanto 2.739 eleitores, ou 13,39%, se manifestaram contrários à proposta. A abstenção foi de 6.446 eleitores.
O procurador-geral da ALMT, Ricardo Riva, explicou que a Lei Complementar Federal aprovada em 2026 criou as condições legais para que o estado possa promover alterações nos limites territoriais entre municípios. Segundo ele, antes da nova legislação, leis estaduais que tratavam do desmembramento de áreas municipais eram declaradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal de Justiça, devido à ausência de uma norma federal que regulamentasse o procedimento.
Ricardo Riva destacou que a realização de plebiscito, isoladamente, não era suficiente para viabilizar as mudanças territoriais. “O processo exige o cumprimento de etapas legais, que incluem estudo de viabilidade municipal, consulta à população por meio de plebiscito, observância da legislação complementar federal e aprovação de lei estadual para formalizar a alteração dos limites entre os municípios envolvidos”, afirmou o procurador.
Legislação – Mesmo com a aprovação popular, a redefinição dos limites municipais não ocorre automaticamente. Segundo o subprocurador da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Gabriel Machado dos Santos, caberá ao Parlamento estadual analisar e votar as propostas legislativas que formalizarão as mudanças e estabelecerão as condições administrativas decorrentes da nova configuração territorial.
Entre os aspectos que deverão ser considerados estão a delimitação das áreas transferidas, a responsabilidade pela prestação dos serviços públicos e os impactos financeiros e orçamentários para os municípios envolvidos.
“Depois do plebiscito, sendo aprovada a proposta, a Assembleia terá que regulamentar essas questões por meio de lei. É nessa fase que serão definidos os limites territoriais e analisados os impactos administrativos e orçamentários. Não é uma mudança automática. Existe um procedimento legal que precisa ser concluído para que a nova configuração territorial seja efetivada”, explicou o procurador.
O consultor de Serviços Legislativos, Gabriel Lucas Scardini Barros, afirmou que é preciso apresentar um projeto de lei para cada alteração territorial, com as modificações necessárias nas leis que estabelecem os limites dos municípios envolvidos.
As matérias seguirão a tramitação legislativa ordinária, sem prazo específico para aprovação ou previsão de urgência. Dessa forma, o resultado favorável nas urnas representa uma etapa importante do processo, mas não determina quando as mudanças serão efetivamente implementadas.
“Será apresentado um projeto de lei para cada alteração territorial, com a modificação das leis que estabelecem os limites dos municípios envolvidos. Não há previsão de urgência para a apreciação das matérias. Os projetos seguirão os procedimentos regimentais da Assembleia Legislativa”, explicou Gabriel Barros.
Fonte: ALMT – MT
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