“Todos atendidos”
Prefeitura de Rosário Oeste zera fila de espera por cirurgias
Um desafio que já foi considerado impossível, sistema de saúde municipal é referência na região.
Política
Há cerca de um ano e meio, quando Alex Berto assumiu o mandato de prefeito de Rosário Oeste, que o sistema de saúde municipal foi considerado um verdadeiro desafio, com fortes indícios de fechamento da principal unidade, devido as dificuldades financeiras e administrativa do Hospital Amparo.
Entre fechar a unidade deixando na mão milhares de pacientes, o prefeito decidiu trabalhar, para atender as necessidades das pessoas que vivem em Rosário Oeste. O que de princípio foi considerado praticamente uma “missão impossível”, a gestão Alex Berto encarou como meta e desafio.
Um ano e meio depois, o cotidiano é outro, da realidade de crise, a gestão criou o “Programa Fila Zero”, para diminuir e acabar com o período de espera dos pacientes por cirurgias eletivas no município.
Assim, o Hospital Amparo saiu da “sobra do fechamento”, para realização de cirurgias. Aquelas pessoas que ficavam dias, meses e anos, em busca por atendimentos simples e especializados em outros municípios, como Cuiabá, Várzea Grande e Nobres, hoje já foram todos atendidos em Rosário Oeste.

Foto: Assessoria/Rosário Oeste
“Depois de décadas crianças voltam a nascer no Hospital Amparo”.
O prefeito Alex Berto fez questão de anunciar nos últimos dias, durante o aniversário da cidade, que a meta foi atingida, o Programa Fila Zero conseguiu atender todos os pacientes que estavam aguardando por cirurgias.
“Graças a Deus e ao empenho de todos profissionais, conseguimos reverter a situação do sistema de saúde municipal, hoje, além de atender a nossa população, já estamos entrando em contato com outros municípios, para formalizar uma parceira de atendimento de pessoas que vivem em outra região”, ressaltou Alex Berto.
Entre os 13 municípios que compõe a “Baixada Cuiabana”, até então, Rosário Oeste é o primeiro que anunciou fila zero por cirurgia no município.
Política
CCJR aprova parecer ao PLDO de 2027 com acolhimento de 35 emendas
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, nesta terça-feira (27), parecer favorável ao Projeto de Lei nº 692/2026 que estabelece as diretrizes para a elaboração do orçamento estadual de 2027. A proposta recebeu parecer pelo acolhimento de 35 emendas parlamentares, enquanto outras 20 foram rejeitadas e duas consideradas prejudicadas. Ao todo, 18 matérias foram votadas na reunião.
De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO 2027) prevê R$ 42,1 bilhões para o próximo exercício e Revisão Geral Anual (RGA) de 4,2% para os servidores públicos. Valores que, na proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA 2027), foram atualizados para R$ 46,1 bilhões e 5,36%, respectivamente.
A matéria estabelece metas e prioridades da administração estadual e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), responsável por definir a destinação dos recursos públicos. O parecer apresentado pelo deputado Dilmar Dal Bosco (União) foi favorável à proposta, com análise das 57 emendas parlamentares. O texto segue para as próximas etapas de tramitação na Assembleia Legislativa. Na CCJR, foram acatadas as emendas 01, 02, 03, 11, 16, 17, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 26, 27, 29, 30, 36, 37, 38, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 48, 49, 50, 52, 53, 54, 55, 56 e 57.
O deputado Diego Guimarães (Republicanos), vice-presidente da comissão, destacou a importância da aprovação para o planejamento das políticas públicas estaduais. “Hoje, a Comissão de Constituição e Justiça, entre outros projetos, aprovou uma das principais peças legislativas do ano, que é a Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado de Mato Grosso”, afirmou.
Segundo o parlamentar, a proposta contempla diretrizes para a continuidade de programas sociais, investimentos em infraestrutura e educação. Entre as iniciativas mencionadas está o Ser Família Habitação, cuja ampliação, conforme Diego Guimarães, integra o planejamento do governo estadual.
“O governador tem um plano ambicioso de ampliar esse programa para chegar a um total de 60 mil residências nos próximos quatro anos. Está previsto esse programa dentro da LDO para que depois a gente tenha, dentro da LOA, o orçamento”, explicou.
Outro assunto abordado durante a reunião foi o Veto Total nº 81/2026, apresentado pelo Poder Executivo ao Projeto de Lei Complementar nº 35/2026, de autoria de Diego Guimarães. A matéria, que propõe alterações na Lei Complementar nº 802/2024, sobre transação tributária em Mato Grosso, foi retirada de pauta e não chegou a ser votada.
O projeto busca modificar regras de negociação de débitos tributários com o estado. Segundo Diego Guimarães, a proposta pretende superar entraves legais que dificultam a utilização desse instrumento. O parlamentar afirmou que a expectativa é retomar a discussão na próxima reunião da comissão.
Fonte: ALMT – MT
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