“Todos atendidos”

Prefeitura de Rosário Oeste zera fila de espera por cirurgias

Um desafio que já foi considerado impossível, sistema de saúde municipal é referência na região.

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Política

Foto: Secom/Rosário Oeste

Há cerca de um ano e meio, quando Alex Berto assumiu o mandato de prefeito de Rosário Oeste, que o sistema de saúde municipal foi considerado um verdadeiro desafio, com fortes indícios de fechamento da principal unidade, devido as dificuldades financeiras e administrativa do Hospital Amparo.

Entre fechar a unidade deixando na mão milhares de pacientes, o prefeito decidiu trabalhar, para atender as necessidades das pessoas que vivem em Rosário Oeste. O que de princípio foi considerado praticamente uma “missão impossível”, a gestão Alex Berto encarou como meta e desafio.

Um ano e meio depois, o cotidiano é outro, da realidade de crise, a gestão criou o “Programa Fila Zero”, para diminuir e acabar com o período de espera dos pacientes por cirurgias eletivas no município.

Assim, o Hospital Amparo saiu da “sobra do fechamento”, para realização de cirurgias. Aquelas pessoas que ficavam dias, meses e anos, em busca por atendimentos simples e especializados em outros municípios, como Cuiabá, Várzea Grande e Nobres, hoje já foram todos atendidos em Rosário Oeste.

Foto: Assessoria/Rosário Oeste

“Depois de décadas crianças voltam a nascer no Hospital Amparo”.

O prefeito Alex Berto fez questão de anunciar nos últimos dias, durante o aniversário da cidade, que a meta foi atingida, o Programa Fila Zero conseguiu atender todos os pacientes que estavam         aguardando por cirurgias.

“Graças a Deus e ao empenho de todos profissionais, conseguimos reverter a situação do sistema de saúde municipal, hoje, além de atender a nossa população, já estamos entrando em contato com outros municípios, para formalizar uma parceira de atendimento de pessoas que vivem em outra região”, ressaltou Alex Berto.

Entre os 13 municípios que compõe a “Baixada Cuiabana”, até então, Rosário Oeste é o primeiro que anunciou fila zero por cirurgia no município.

  

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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