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Prefeitos se reúnem para discutir futuro do carnaval na “Baixada Cuiabana”

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Política

Foto: Davi Valle

Os casos de contaminação pelo Brasil envolvendo pacientes com sintomas gripais como coronavírus, influenza e ômicron preocupa especialistas.  Três estados brasileiros confirmaram relatos o Rio de Janeiro, Ceará e São Paulo, testes positivos tanto para a Covid como para a influenza, o que tem sido chamado de “flurona”. De acordo com os profissionais da saúde a tendência é aumentar a incidência da dupla infecção.

Por esse motivo, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), planeja uma reunião com os 12 prefeitos que compõem o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio Cuiabá, para juntos tomarem uma decisão consensual a respeito da realização do Carnaval em 2022.

 “Respeitando a autonomia de cada gestor, vou colocar essa preocupação com os prefeitos, em virtude do Carnaval, na mesa. Estamos vencendo uma guerra muito doída de quase 24 meses, agora temos essa nova variante na nossa cabeça, que é uma ameaça, e ainda o surto de gripe. Então isso merece das autoridades uma atenção maior, para evitar qualquer tipo de evento que venha a causar aglomeração, muita movimentação de gente”, explicou o prefeito.

Emanuel teve a iniciativa de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), de forma pacifica, pois casa município tem autonomia para definir ações relacionadas a saúde pública, ainda mais pela pandemia, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a partir de março de 2020. “É um diálogo, porque o prefeito tem autonomia de tomar as decisões dentro de seu município, até porque quem sabe os problemas do município é quem está ali. Mas tem que ter essa sensibilidade de gerir”, destacou.

O prefeito afirmou que não haverá festas de Carnaval patrocinadas pelo poder público em Cuiabá e tentará estender a decisão aos outros 12 municípios: Várzea Grande, Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Rosário Oeste e Santo Antônio de Leverger.

“Vou levar essa preocupação. Vamos tentar decidir em conjunto uma medida em conjunto para não ter o carnaval”, completou.

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Após novo tarifaço dos EUA, medida provisória abre linha de crédito extra

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Empresas afetadas pelo tarifaço imposto na semana passada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros poderão recorrer a uma nova linha de crédito. A terceira rodada do Plano Brasil Soberano, como foi batizada a iniciativa pelo Executivo, será viabilizada pela MP 1.379/2026, publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União. O plano prevê um socorro de R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito com juros subsidiados para exportadores e setores considerados estratégicos para a economia nacional.

Dos R$ 18,5 bilhões, R$ 13,5 bilhões serão de recursos do Tesouro Nacional e R$ 5 bilhões do BNDES. Os R$ 13,5 bilhões do Tesouro vêm de valores não usados no Plano Brasil Soberano 1 e da renegociação de dívidas rurais, e não devem, segundo o governo, gerar impacto no resultado primário das contas nacionais.

Além das empresas diretamente atingidas pelo tarifaço norte-americano, o programa passa a contemplar exportadores prejudicados por conflitos internacionais, como a guerra entre EUA e Irã. Setores considerados estratégicos também foram incluídos.

As linhas poderão ser utilizadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos, investimentos produtivos, inovação tecnológica, adaptação de produtos e processos, além de abertura e prospecção de mercados.

Entre os setores beneficiários estão agricultura, pecuária, pesca e aquicultura, florestas plantadas, mineração, indústrias químicas e farmacêuticas, fertilizantes, setor têxtil, máquinas e equipamentos e setor automotivo.

A MP, que será apreciada por deputados e senadores em uma comissão mista, tem validade até 19 de setembro. Os parlamentares têm até 10 de agosto para apresentar emendas. A partir de 5 de setembro, ela entra em regime de urgência, obstruindo a pauta de votações.

Lei sancionada

Na mesma data de edição da nova medida, foi publicada a Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e proveniente da MP 1.345/2026, de maio deste ano. A medida autorizou a concessão de até R$ 15 bilhões em linhas de crédito para empresas exportadoras e da agroindústria afetadas por medidas comerciais unilaterais e instabilidades no cenário internacional. Ela corresponde à segunda rodada do Brasil Soberano.

Em agosto de 2025, o governo editou a MP 1.309/2025, lançando o Plano Brasil Soberano para enfrentar os efeitos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A MP autorizou o uso do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para respaldar operações de crédito.

Com informações da Agência Brasil

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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