Com Cartas de apoio

Prefeitos de Mato Grosso pedem para que Mauro Mendes seja candidato à reeleição

Dos 141 municípios de MT, 140 prefeitos e prefeitas assinaram cartas pedindo que o governador Mauro Mendes se candidate à reeleição

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Política

Foto: Assessoria

Os pedidos foram entregues durante ato na sede do União Brasil em Cuiabá, na noite da última terça-feira (12). O evento contou com a presença do governador, de 93 prefeitos de todas as regiões, além de senadores, deputados federais, estaduais, secretários de Estado e apoiadores.

Prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB) lembrou que Mauro Mendes pegou o Governo do Estado em grande dificuldade e, em pouco mais de três anos e meio, conseguiu obter o equilíbrio fiscal, realizar o maior investimento da história e ainda reduzir impostos.

“Nós apoiamos o governador Mauro Mendes e queremos que ele seja governador de novo”, declarou.

“Hoje o melhor para o Estado de Mato Grosso é a permanência do senhor, que tanto tem ajudado o povo mato-grossense”, afirmou o prefeito de Juína, Paulo Veronese.

A prefeita de Cáceres, Eliene Liberato (PSB), destacou o trabalho sério que o governador tem desempenhado à frente do Governo do Estado.

“O senhor trabalha com retidão, honestidade e compromisso com a população. Queremos que o senhor vá a reeleição porque Mato Grosso precisa continuar com um Governo como esse”, disse.

De acordo com o prefeito de Querência, Fernando Gorgen (UB), os municípios nunca receberam tantos investimentos e parcerias quanto agora na gestão de Mauro Mendes, especialmente na região do Araguaia.

“Nunca vi na história todos os municípios do Araguaia terem convênios com o Estado. O senhor libertou o povo do Araguaia”, registrou.

Também participaram do evento os senadores Jayme Campos (UB) e Fábio Garcia (UB); os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco (UB), Max Russi (PSB), Valmir Moretto (Republicanos), Nininho (PSD), Paulo Araújo (PP), Elizeu Nascimento (PL), Dr. Gimenez (PSD) e Sebastião Rezende (UB); o ex-senador Cidinho Santos (UB); o ex-secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho (UB); a vereadora Michelly Alencar (UB); os secretários de Estado Cesar Miranda (Desenvolvimento Econômico), Teté Bezerra (Agricultura Familiar), Rogério Gallo (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), Maurício Munhoz (Ciência e Tecnologia), Jordan Espíndola (Gabinete de Governo), Jefferson Neves (Cultura, Esporte e Lazer), Emerson Hideki (Controladoria); e o diretor da Sanemat, Luis Caldart.

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Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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