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Prefeito em Mato Grosso diz que falta de vagas em creche é culpa do ‘povo que não para de fazer filho’ – veja vídeo

Após publicação de seu vídeo, o prefeito, já se manifestou em sua rede social

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Em mais uma polêmica que promete figurar por muitos dias ainda nos meios de divulgações, está circulando um vídeo que mostra claramente o prefeito de Pontes e Lacerda (448 km ao oeste de Cuiabá), Alcino Pereira Barcelos (Republicanos), declarando que a população “não para de fazer filho”, ao se referir a falta de vagas em creches no município.

“Pessoal não para de fazer filho, não para de chegar gente com filho aqui e a demanda de creche aumenta muito”, declarou em uma entrevista recente.

O contexto da citada reportagem baseava-se na falta de vagas nas creches de Pontes e Lacerda. Essa entrevista apontava, ainda, uma unidade que estava com a construção abandonada.

Após publicação de seu vídeo, o prefeito, já se manifestou em sua rede social, em que ele divulgou um vídeo rebatendo o vídeo publicado nas redes sociais.

O gestor municipal diz que a sua fala foi distorcida e que ele quis dizer, na realidade, que os recursos que ele pretendia construir uma escola integral, a prefeitura não irá conseguir, pois deverá concentrar em creches.

“Eu disse que pretendia fazer a primeira escola integral de Pontes e Lacerda, mas, não vamos conseguir fazer porque o povo não para de fazer filho. Não menti nada. Realmente, o povo não para de fazer filho, então vamos ter que continuar investindo em creche”, disse no vídeo postado no Instagram nesta quarta-feira (31).

Essa não é a primeira polêmica em que o gestor municipal está envolvido. A última registrada foi em outubro do ano passado, Alcino proibiu a realização de festas de Halloween nas escolas públicas da cidade. Ele divulgou um vídeo em seu Instagram comunicando.

 

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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