CUIABÁ/RIO DOS PEIXES
Prefeito destaca Festival da Pamonha como impulsionador do turismo e da cultura
Emanuel se reuniu com membros da comunidade Rio dos Peixes
Política
Felizes com o excelente resultado da 4ª edição do Festival da Pamonha, realizado entre os dias 20 e 23 de abril, a comunidade do Rio dos Peixes realizou evento de agradecimento ao prefeito Emanuel Pinheiro, por ter acreditado no potencial da região e investido no local, gerando emprego e renda à população.
“Estamos fazendo esse jantar em agradecimento ao prefeito e ao seu secretariado por tudo que estão fazendo pela comunidade do Rio dos Peixes. A cada ano o Festival da Pamonha fica melhor e 2023 foi um grande sucesso. A intenção é que o próximo seja ainda melhor. No primeiro ano, eram poucas barracas participando. Nesta edição foram cerca de 50 barracas participantes, que atenderam um público de aproximadamente 20 mil pessoas. Devido ao festival, nossa comunidade está se desenvolvendo e os comerciantes estão tão satisfeitos que decidiram oferecer esse jantar para Emanuel Pinheiro”, explicou Janaína Fernanda Pessoa Ribeiro, presidente da comunidade Rio dos Peixes.
“Em nome de toda essa equipe maravilhosa da Prefeitura, que se dedica no propósito de fazer o melhor para Cuiabá, quero dizer que não poderia ser diferente aqui no nosso tradicional Rio dos Peixes, especialmente com o Festival da Pamonha, que começou graças ao talento natural da comunidade. Hoje o local é um grande ponto comercial, fomentador da nossa economia, que deu um passo adiante, com o fortalecimento da nossa cultura, do nosso turismo e da nossa economia, através do Festival da Pamonha, que nasceu oficialmente na nossa gestão e sempre terá nosso total apoio. É uma atribuição da Prefeitura dar todas as condições de fomentar esse desenvolvimento pujante que está inclusive proporcionando um turismo interno e externo da nossa capital. Muito obrigado por esta homenagem, estamos orgulhosos por estarmos aqui. Contem com a nossa gestão, com a nossa equipe, pois nós amamos Cuiabá. E quem ama Cuiabá, também ama o Rio dos Peixes”, falou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Emanuel se reuniu com moradores de Rio dos Peixes
Foto: Luiz Alves
Responsável pela Pamonharia do Divino e representante da comunidade Rio dos Peixes, Katia Maraiki Schroeder, falou que sem o apoio da Prefeitura não seria possível realizar o evento.
“Agradecemos todo o empenho de vocês para fazer do nosso evento um grande sucesso, como tem sido todos os anos”, disse.
O secretário municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo, está na organização do Festival desde sua primeira edição. “Anos atrás, aquilo que começou de uma forma sonhadora, hoje é uma realidade. O conceito do Festival não é o de fazer evento aqui, trazer shows grandes, mas é o de fortalecer a economia local, fazer com que as pessoas parem aqui para consumir, porque ao parar uma vez, vão parar sempre. Independente do Festival, sempre terá movimento. Essa união do poder público com a qualidade do trabalho das pessoas daqui fez a diferença e hoje o Festival é um sucesso”, elogiou.
Aluízio Leite, secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, falou que o Festival da Pamonha não acabou. “É impressionante o movimento que vejo todos os finais de semana aqui. Essa iniciativa de realizar o Festival, começou na gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, que é ligada no presente e antenada no futuro. Parabéns a todos vocês pelo sucesso. Sem a participação direta da comunidade ele não seria possível. Vocês sonharam, trabalharam muito. Tenho certeza de que o futuro que vocês esperam para a comunidade acontecerá, com o apoio desta gestão”.
O secretário municipal de Turismo, Lincoln Sardinha, garantiu a continuidade do trabalho no Rio dos Peixes. “O Festival da Pamonha foi um sucesso, a exemplo das edições que aconteceram nos anos anteriores à pandemia. Esse é termômetro que nos mostra o quão a gestão Emanuel Pinheiro, representada também por toda sua equipe técnica e pelos secretários que me antecederam, tem sido humanizada ao atentar-se para a importância do turismo gastronômico e das riquezas locais que nossa tricentenária Capital possui. Enquanto secretário de Turismo, cabe a mim dar sequência a esse importante trabalho, seguindo essa premissa de humanização e fomento aos setores que fazem parte desse importante polo turístico e cultural da nossa amada Cuiabá.
Além do prefeito, estiveram presentes ao jantar o vice-prefeito e secretário municipal de Obras, José Roberto Stopa, o secretário municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo, o secretário municipal de Turismo, Lincoln Sardinha, o secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite, o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Juares Samaniego, o Diretor-Ouvidor da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec), Zito Adrien, o vereador Paulo Henrique, entre empresários e várias outras pessoas que ajudaram na realização do Festival da Pamonha.
Política
Retrospectiva: Câmara aprovou no primeiro semestre regras para definir valor da pensão alimentícia
A Câmara dos Deputados aprovou no primeiro semestre novas regras para pensão alimentícia. De autoria da deputada Maria Arraes (PSB-PE), o Projeto de Lei 2121/25 foi aprovado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e seguiu para o Senado.
O projeto estabelece critérios para definir o valor da pensão alimentícia do filho com até 18 anos, tendo como alimentante o pai ou a mãe.
A proposta altera o Código Civil e diz que a fixação do valor deverá levar em conta a sobrecarga de quem tem a guarda de criança ou adolescente e o comprovado abandono afetivo pelo pai ou pela mãe pagador da pensão.
Criança com TDAH
Neste semestre, a Câmara dos Deputados aprovou ainda projeto de lei que institui a Política Nacional de Atenção às Pessoas Diagnosticadas com Transtornos do Neurodesenvolvimento, com foco em pessoas com dificuldades de aprendizagem.
O texto, dos deputados Alex Manente (Cidadania-SP), Amom Mandel (Republicanos-AM) e Any Ortiz (PP-RS), foi enviado ao Senado com a relatoria da deputada Andreia Siqueira (PSB-PA).
Segundo o Projeto de Lei 4225/23, pessoas com dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou outros transtornos de aprendizagem contarão com adaptações na realização de provas no ambiente escolar, em concursos públicos, processos seletivos e avaliações.
Esse público deverá ter acesso, por exemplo, a:
- tempo adicional para as avaliações;
- ambiente com menos estímulos para distraí-los;
- oferta de pessoa para ler (ledor) o material;
- recursos tecnológicos de apoio; e
- flexibilização de formatos de prova, observadas as normas específicas de cada sistema de ensino ou de seleção.
As regras serão aplicáveis à educação básica, à educação profissional e tecnológica e à educação superior, bem como às políticas de qualificação profissional e de inserção no trabalho, sem prejuízo de outros direitos previstos em legislação específica.
Passaporte estudantil
Estudantes de baixa renda que realizem estudos ou pesquisas no exterior poderão contar com isenção de taxas para emissão de passaportes e outros documentos de viagem.
A Câmara aprovou a regra por meio do Projeto de Lei 861/19. O texto teve origem no Senado e retornou àquela Casa para nova votação, por ter sido modificado pelos deputados.
O texto foi relatado pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) e beneficia estudantes que pertençam a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e que tenham renda familiar mensal de até três salários mínimos.
Pais de PCD
A Câmara dos Deputados aprovou a redução da jornada de trabalho, sem prejuízo salarial, para pais de pessoas com deficiência. O Projeto de Lei 2458/25, da deputada Laura Carneiro, foi aprovado em caráter conclusivo na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e será enviado ao Senado.
Segundo o texto, a norma valerá para trabalhadores contratados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A necessidade e o percentual da redução da jornada serão definidos por avaliação biopsicossocial, realizada pelo menos a cada dois anos. Conforme o resultado, o benefício poderá ser ampliado, mantido, reduzido ou suspenso.
Foto: Valquir Kiu Aureliano/Prefeitura de Curitiba
Comunidade terapêutica em Curitiba, Paraná
Acolhimento por drogas
Foi aprovado pela Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1822/24, que permite o acolhimento voluntário de crianças e adolescentes usuários ou dependentes de drogas em comunidades terapêuticas. A proposta agora está em análise no Senado.
De autoria do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA), o texto teve a relatoria do deputado Dr. Fernando Máximo (PL-RO).
Segundo o texto, as comunidades terapêuticas acolhedoras poderão realizar esse acolhimento para tratamento por dependência química em conjunto com os pais ou responsáveis legais.
O acolhimento conjunto deverá ser feito em instituições credenciadas e não substitui nem dispensa a frequência da criança ou adolescente à escola básica obrigatória. A exceção é se houver ameaça comprovada à sua vida ou à sua integridade física por parte de organizações criminosas ou grupos de tráfico de drogas em decorrência de envolvimento anterior.
Nesse caso, sua salvaguarda será garantida com decisão judicial ou laudo médico que permita a restrição de circulação em vias públicas durante o programa de tratamento. O estudo continuaria no próprio estabelecimento terapêutico ou em modalidade de ensino compatível com a condição de segurança pretendida.
Essas instituições de acolhimento deverão assegurar a separação entre as crianças e adolescentes dos adultos, em especial no alojamento, dormitório, instalações sanitárias e espaços de tratamento.
Outra modalidade de tratamento é a internação assistida, que deverá ocorrer com o consentimento dos pais ou responsáveis legais e a concordância do adolescente entre 12 e 18 anos, conforme definição do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A diferença em relação à modalidade hoje existente, denominada voluntária, é que o novo tipo não dependerá de declaração escrita e seu término não está vinculado explicitamente a laudo médico ou pedido escrito da pessoa sob tratamento.
Sofrimento animal
A Câmara dos Deputados também aprovou o projeto de lei que proíbe a produção e a comercialização de produtos obtidos por meio de alimentação forçada de animais – como o foie gras. O texto aguarda sanção presidencial.
Foie gras é o nome dado ao fígado gordo de pato ou ganso, iguaria da culinária francesa obtida com a alimentação forçada desses animais.
Aprovado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara, o Projeto de Lei 90/20 é oriundo do Senado e prevê penas de detenção de três meses a um ano e multa pelo descumprimento da norma, além de outras sanções estabelecidas na Lei dos Crimes Ambientais.
A proibição abrangerá tanto os produtos in natura quanto os enlatados obtidos por meio do gavage, método de alimentação forçada com a introdução de um tubo na garganta da ave, o que leva à hipertrofia do fígado.
A comercialização dos produtos obtidos já é proibida em alguns países, como Argentina, Austrália e Índia. O texto foi relatado pelo deputado Fred Costa (PRD-MG).
Tarifa mínima de água
A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a cobrança de tarifa mínima de consumo pelos serviços públicos de água e esgoto.
O Projeto de Lei 1845/25, do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), altera a Lei do Saneamento Básico e agora está em análise no Senado. O texto foi relatado pelo deputado Kim Kataguiri (Missão-SP).
Segundo o projeto, somente uma das opções da Norma de Referência 13/25, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), vai bancar os custos recorrentes do serviço que não dependem do volume consumido: a tarifa fixa e básica sem franquia de consumo.
Atualmente, a norma de referência traça regras gerais que devem ser seguidas pelas agências reguladoras da prestação do serviço nos estados e permite o uso de uma parcela fixa calculada com base em uma franquia de consumo mínimo. Nessa situação, quer o usuário tenha ou não tenha consumido o volume definido, ele é cobrado em toda conta.
No entanto, o texto aprovado pelos deputados continua a remeter à norma de referência da ANA a definição dos parâmetros para calcular esse valor fixo.
A parcela variável conforme o volume consumido continua a fazer parte da composição total da tarifa final. Desde que haja disponibilidade regular do serviço ao usuário, a parcela fixa não dependerá da existência de consumo efetivo.
Seguro-defeso
Com a aprovação da Medida Provisória 1323/25, a Câmara dos Deputados fixou novas condições de cadastro e identificação para evitar fraudes no pagamento do seguro-defeso.
Convertida na Lei 15.399/26, a MP também autoriza a quitação das parcelas pendentes em 2026 se o beneficiário atender aos requisitos exigidos em lei.
Segundo o texto, para ter direito ao benefício de anos anteriores, o interessado deve tê-lo solicitado dentro dos prazos legais. O pagamento ocorrerá em até 60 dias depois da regularidade plena do pescador no programa.
Para 2026, o total do seguro-defeso previsto, exceto esses atrasados, é de R$ 7,9 bilhões.
Além disso, o texto prorroga, até 31 de dezembro de 2026, o prazo para os pescadores artesanais apresentarem o já exigido Relatório Anual de Exercício da Atividade Pesqueira (Reap) referente aos anos de 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025.
Pescadores artesanais habilitados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e suas associações e cooperativas contarão com os mesmos encargos financeiros de custeio e investimento usados nos programas de reforma agrária, inclusive bônus ou redutores.
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Roberto Seabra
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