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Posse de Dr. Thiago e Danilo é marcada por entrada a cavalo e desfile cívico

O evento, que contou com apresentações culturais e um desfile cívico, reuniu a comunidade e destacou o compromisso da nova gestão

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Política

Foto: Reprodução/Instragram

Na última quarta-feira (01), o prefeito Dr. Thiago Almeida (União) e o vice-prefeito Danilo Monteiro (MDB), participaram da cerimônia de nomeação dos novos secretários municipais de Nossa Senhora do Livramento. O evento, que contou com apresentações culturais e um desfile cívico, reuniu a comunidade e destacou o compromisso da nova gestão com a representatividade e união.

O desfile começou na Praça Portal dos Passarinhos e seguiu até o Centro de Eventos, com apresentações dos grupos Bacuri e Congo do Mata Cavalo, da Banda Municipal de Várzea Grande e da Cavalaria do Estado.

Segundo o coordenador Jhepherson Ferreira, o evento promoveu a identidade cultural de Livramento ao integrar manifestações locais e regionais.

Em seu discurso, o prefeito Thiago destacou a formação técnica do novo secretariado, ressaltando a escolha de profissionais qualificados para liderar as principais pastas do município.

O novo secretariado será composto por profissionais qualificados para liderar as principais pastas do município. Sérgio Barros assumirá a Secretaria de Obras; Luciênio Batista, conhecido como “Branco”, ficará à frente da Secretaria de Desenvolvimento Rural; José Eugênio comandará a Cultura e Turismo; Emanuel Arcanjo liderará as Finanças; Stefanne Carolynne ficará à frente da Saúde; Gonçalina Almeida assumirá a Educação; Elizabeth Teodoro comandará a Assistência Social; e Jodirce Miranda ficará à frente da Secretaria de Administração. O prefeito também nomeou Vladimir de Lima Brandão para o cargo de Procurador Municipal, Heládio Mendes de Campos Maciel para chefia de gabinete e Karolina Figueiredo para a presidência da Nossa Previ.

A posse de Thiago e Danilo Monteiro foi marcada por um momento simbólico, com o vice-prefeito destacando a importância da ocasião.

“Somos filhos desta terra e trabalharemos com dedicação para transformar Nossa Senhora do Livramento. A união da gestão com os novos vereadores será essencial para promover avanços”, afirmou o vice.

O evento teve início com a chegada inusitada de Dr. Thiago Almeida e Danilo Monteiro, que fizeram sua entrada montados a cavalo. Antes de seguir para o Centro de Eventos, onde ocorreu a cerimônia, o cortejo desfilou pela avenida principal, sendo acompanhado por uma banda musical e pela Cavalaria Montada da Polícia Militar, o que atraiu a atenção da comunidade.

 

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Flávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), vetou integralmente o projeto de lei que ampliava o acesso ao transporte coletivo gratuito para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fibromialgia. A proposta, aprovada pela Câmara Municipal, também previa a concessão do benefício a acompanhantes quando houvesse necessidade comprovada.

O veto foi publicado na terça-feira (20) no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. A decisão atinge o Projeto de Lei nº 211/2026, de autoria do vereador Miguel Angel Claros Paz Junior, que alterava a Lei Municipal nº 4.478/2019, responsável por regulamentar a gratuidade no transporte para pessoas de baixa renda com transtornos mentais em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

Com a mudança proposta pelos vereadores, pessoas com autismo e fibromialgia poderiam solicitar o benefício mediante apresentação de documentação médica e parecer social, conforme os critérios previstos na legislação.

A justificativa do Executivo para barrar a medida é a ausência de definição sobre a origem dos recursos necessários para financiar a ampliação do passe livre, além de questionamentos sobre os cálculos apresentados para estimar os custos da proposta.

Durante a tramitação do projeto, foi apresentada uma estimativa de impacto financeiro de R$ 83,6 mil mensais, o equivalente a R$ 1.003.200 por ano. O cálculo considerou 380 cartões de transporte, uma média de 44 viagens mensais por beneficiário e tarifa de referência de R$ 5.

Embora a Procuradoria Legislativa tenha reconhecido que a operação matemática estava correta, o parecer técnico apontou falta de informações que comprovassem os números utilizados. Entre as dúvidas estão a quantidade real de beneficiários, a frequência de uso dos ônibus e o número de acompanhantes que poderiam receber a gratuidade.

A análise também destacou a ausência de estudos sobre os efeitos da ampliação do benefício nos contratos do transporte coletivo e sobre a eventual necessidade de compensação financeira à empresa responsável pelo serviço.

Outro questionamento envolve a compatibilidade da despesa com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Critérios para concessão também foram questionados

Além das questões financeiras, o parecer jurídico apontou dúvidas sobre os critérios de acesso ao benefício. A legislação original estabelece requisitos relacionados à baixa renda e ao acompanhamento pelos Caps, mas o projeto não teria esclarecido suficientemente como essas exigências seriam aplicadas às pessoas com autismo e fibromialgia.

Também foram levantadas questões sobre os profissionais habilitados a emitir os documentos exigidos, a necessidade de parecer social e os procedimentos para comprovar que o beneficiário precisa de acompanhante.

Apesar das ressalvas, a análise reconheceu a finalidade social da proposta e a competência da Câmara Municipal para legislar sobre a ampliação de benefícios no transporte público.

Na justificativa do veto, assinada em 14 de outubro, Flávia Moretti considerou que os problemas identificados comprometiam o projeto como um todo. Por esse motivo, optou por vetar integralmente o texto, em vez de barrar apenas parte dos dispositivos.

A Prefeitura indicou que uma nova proposta poderá ser apresentada, desde que inclua estimativa de impacto financeiro, fonte de custeio definida e critérios objetivos para a concessão da gratuidade.

Câmara poderá derrubar veto

Com o veto integral, a ampliação do passe livre prevista no projeto não entra em vigor neste momento. A decisão será encaminhada à Câmara Municipal, que poderá manter o veto da prefeita ou rejeitá-lo, conforme as regras do processo legislativo.

O impasse coloca em discussão tanto a ampliação do acesso ao transporte público para pessoas com autismo e fibromialgia quanto a definição de como o benefício seria financiado pelo município.



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