CHAPADA DOS GUIMARÃES

Portão do Inferno: Ministra do Meio Ambiente garante facilitar licenças para melhorias na MT-251

O governo do Estado pretende duplicar a rodovia, mas critica as burocracias do projeto em relação às licenças e autorizações por parte do Instituto Chico Mendes

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Política

Crédito Agência Brasil

Ministro do Agricultura e Pecuária Carlos Fávaro (PSD), informou que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, garantiu que a pasta não se opõe às melhorias propostas pelo Estado para a MT-251, rodovia que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães (67 km da Capital).

O governo do Estado pretende duplicar a rodovia, mas critica as burocracias do projeto em relação às licenças e autorizações por parte do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal responsável pelo parque.

“Eu falei com a Marina Silva e ela garantiu que a equipe do Ministério do Meio Ambiente não será empecilho no que tange as licenças e autorizações para fazer as obras estruturantes na rodovia 251, que dá acesso a Chapada dos Guimarães”, disse o ministro Carlos Fávaro.

No fim do ano passado, o governador Mauro Mendes (União) chegou a declarar “guerra” contra o ICMBIO, afirmando que iria enfrentar o instituto para fazer as intervenções necessárias na rodovia.

Um dos pontos mais críticos está na região do Portão do Inferno, que vem registrando recorrentes deslizamentos de terra. Atualmente a gestão estadual tenta a concessão do parque e aponta que os problemas ocorrem por falta de investimentos da União.

Fávaro, por sua vez, afirmou que o assunto tem sido politizado. “Virou um imbróglio, não sei por qual propósito, para misturar o assunto da concessão do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães com o licenciamento de uma rodovia estadual que passa dentro do parque… na questão do parque, eu não entrei nesse detalhe. Nesse caso precisa de diálogo. Eu não sou contra dar delegação ao Estado ou manter a União desde que não tenha nenhum tipo de oneração ao cidadão”, acrescentou o ministro.

 

 

 

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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