“Oportunismo”

“Pode ser legal, mas é imoral”: Wellington pega carona em projeto de Fábio Garcia

A Revisão tarifária extraordinária da energia elétrica um projeto desenvolvido pelo senador, Fábio Garcia.

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Um verdadeiro alívio para o bolso do povo de Mato Grosso, quando se trata da conta de energia, assim é o resultado do trabalho do senador em exercício, Fábio Garcia, que beneficiou milhões de pessoas ao apresentar o projeto de revisão tarifária, com objetivo de reduzir o valor cobrado pela energia no estado.

Bastou aprovação do projeto, que tomou destaque nacional, fazendo com que as ações de Fábio Garcia, mesmo em um curto período de exercício no Senado da República, levassem melhores condições de vida para população.

Além dos trabalhos que vão de encontro com a necessidade do povo, a eficiência do senador Fábio Garcia é destaque nacional, já que conseguiu em poucos meses, o que determinado senador do estado, passou oito anos e não fez.

Foto: Assessoria

O trabalho desenvolvido pelo suplente de senador, o credenciou a trabalhar na pré-candidatura ao cargo de deputado federal, projeto que está sendo muito bem aceito por onde ele passa, já que comprovou que tem condições de representar os interesses daqueles que precisam das ações do poder público.

Mostrando como se faz, o projeto de Fábio Garcia não ganhou destaque nacional apenas pelos benefícios, mas também, pela “coragem” do seu colega, senador Wellington Fagundes de publicar através da imprensa e redes sociais que este trabalho da redução do valor da energia é um Projeto de Lei de sua autoria.

Segundo informações de fontes dos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o ato dentro da política pode até ser considerado legal, mas para muita gente é imoral, uma verdadeira ação de oportunismo, tentando sobressair encima do trabalho alheio. Pelo que tudo indica, o tiro saiu pela culatra, já que agora as pessoas começam analisar as ações, perfil e questionar, porque depois de oito anos de mandato, Wellington Fagundes precisou de meses, para pegar “carona” em um projeto de Fábio Garcia

“Algo de errado, não está certo”.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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