PL da polêmica

PL do Aborto: Muitos defendem que foco deveria ser no combate aos estupros e não nos abortos

O texto fixa em 22 semanas de gestação o prazo máximo para abortos legais

Publicado em

Política

Agência Brasil

Com a aprovação na Câmara dos Deputados, em regime de urgência, do Projeto de Lei 1904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio, aumentando de dez para 20 anos a pena máxima para quem fizer o procedimento, o debate foi reaceso na sociedade.

O texto fixa em 22 semanas de gestação o prazo máximo para abortos legais. Hoje em dia, a lei permite o aborto nos casos de estupro, de risco de vida à mulher e de anencefalia fetal (quando não há formação do cérebro do feto). Atualmente, não há no Código Penal um tempo máximo de gestação para o aborto legal.

Políticos e outras autoridades já se manifestaram sobre o projeto. Alguns deles como o deputado federal Abílio Brunini (PL), defendeu o PL e ainda disse que algumas mães optam pelo aborto porque “querem curtir a vida”. Já o deputado estadual Júlio Campos (União), criticou a votação sem discussão.

Dos que responderem, 58% escolheu a opção “Acho que tinham que pensar mais em combater o estupro e punir estupradores”. Já 27%, a segunda opção mais votada, escolheu a opção “Eu concordo com a medida. É uma vida ceifada”. A opção menos votada, com 15%, foi “Acho que o aborto tinha que ser legalizado”.

Para ser aprovado o projeto necessita de sanção do presidente Lula (PT), que já fez críticas ao projeto.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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