“Tudo é possível”

Pesquisas intensificam embates pela vaga ao Senado da República

Dados acendem sinal de alerta para os dois protagonistas que ainda possuem chance de vencer

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Os dados divulgados pelas primeiras pesquisas, mostraram que mais de 50% das intenções de votos, compõe o grupo dos indecisos, branco e nulos, na corrida eleitoral ao Senado da República, revelando que tudo é possível neste embate que envolve o senador, Wellington Fagundes (PL) e o deputado federal, Neri Geller (PP).

Neste embate a divisão entre esquerda e direita ficou bem distinta, sendo que o senador, Wellington, além de contar com apoio do presidente, Jair Bolsonaro, também conquistou o palanque do governador, Mauro Mendes, isso até pode ser vantajoso que processo de transferência de votos for concluído.

“Especialistas do setor apontam que os CPFs distintos, não colaboram para somatória dos votos, ou seja cada um é responsável pelo trabalho desenvolvido”.

Segundo informações de bastidores, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, desde o ano passado os números apresentados referentes as intenções de voto a favor do senador, Wellington são ao mesmo, uma bolha que não ultrapassa a casa dos 30%, com opiniões de especialistas apontando para duas vertentes, uma para o teto, estagnação e a outra para a tendência para o declínio, já que há meses foram declaradas as suas intenções de reeleição e os números não foram potencializados.

“Vale ressaltar que mesmo com esta quantidade de votos, o senador pode garantir sua reeleição”.

Por outro lado, o deputado federal Neri Geller é protagonista nesta disputa, com apoio do ex-ministro, ex-governador, Blairo Maggi, como também o candidato à presidência da República, Lula da Silva.

“Neri apareceu em segundo lugar nas primeiras pesquisas. Especialistas apontam que os entraves envolvendo a questão do “palanque”, como também a “formação da sua equipe de campanha”, podem ter colaborado com esses dados, porém ainda existe a esperança na maioria dos prefeitos e seus grupos de todo Mato Grosso, que já declaram apoio para Neri”.

De acordo com o “Aracuã do Pantanal”, caso tenha alteração nas condutas dessas duas equipes, o protagonismo do embate eleitoral irá ficar por conta de Wellington e Neri pela vaga ao Senado, já que os dados das primeiras pesquisas mostraram os mais de 50% de indecisos, podem decidir qualquer eleição, neste caso, além de acertar mais, as equipes terão que errar menos.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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