“União”
Palanque aberto começou ser implantado em Poconé
Lideranças de vários partidos participaram de evento político, demonstrando que tem espaço para todos
Política
O que vem sendo uma discussão calorosa nos bastidores e amena para população, a utilização do “modelo palanque aberto”, (quando agentes políticos de partidos distintos utilizam do mesmo espaço) vem gerando muitas controversas, já alguns descontentes esperavam por exclusividade (olho gordo, cainha, egoísta e mimado), outros aguardavam pela oportunidade de trabalhar no coletivo (dividir, compartilhar, pluralidade) para apresentar suas propostas.
Seguindo na contramão daqueles que estão trabalhando para ter os “holofotes” apontados apenas para si, lideranças do PP; União Brasil; PTB; PSDB; MDB e PSB, mostraram que é possível trabalhar com respeito, apresentando para sociedade a coletividade dos agentes políticos, com seus nomes, projetos, propostas em condições de ouvir, interagir e trabalhar pelo povo.
Assim, ocorreu quando o deputado federal, e pré-candidato ao Senado da República, Neri Geller foi visitar os serviços das obras, realizada com recursos destinados através de emendas, fruto do seu trabalho na Câmara Federal para melhorar as condições de vida da população de Poconé, onde foi surpreendido por lideranças como o prefeito, Tata Amaral, e os onze (11) vereadores do município, que na oportunidade fizeram questão de declarar apoio ao projeto de Neri rumo ao Senado.
Além das lideranças locais, o evento também contou com a presença do senador em exercício, Fábio Garcia (UB), pré-candidato a deputado federal, e do deputado e primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, Max Russi.
O destaque do encontro foi que todos participaram do evento, independente de sigla partidária, mostrando que é sim possível o compartilhamento do mesmo espaço, utilizando do respeito como a base do exercício democrático, para que o povo tenha melhores condições de optar, por aqueles que apresentarem em melhores condições através de suas propostas.
Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o palanque aberto é referência de saldo positivo para aqueles que ainda possuem condições de ascensão, os que estão em via de crescimento, já para quem atingiu o teto, e segue a “ribanceira abaixo”, a exclusividade no palanque seria para manter o que tem e impedir o crescimento dos adversários.
Pelo que tudo indica, para aquele que estava contando com a exclusividade no palanque para vencer as eleições, é melhor mudar de estratégia para não ver o fim de uma era na vida pública no estado de Mato Grosso. “A mamata vai acabar”.
Política
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