Por meio de decreto

Nova Ubiratã reforça medidas restritivas no combate a covid-19

As medidas tomadas são para conter o avanço de contaminação do Coronavírus

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Política

Foto: Facebook Nova Ubiratã

O Prefeito Municipal de Nova Ubiratã (cerca de 448 km de Cuiabá), Edegar José Bernardi publicou um Novo Decreto, para conter o avanço da contaminação. O decreto Municipal de N° 006/2022, ficam proibidas as realizações de festas e eventos, além de determinar que os estabelecimentos, tanto públicos como privados, permitam a entrada e permanência de apenas 50% de sua capacidade total, uso de máscaras e forneçam álcool em gel, fica proibida a realização de festas, shows e eventos em ambientes públicos e privados que causem aglomeração.

O regimento de segurança tomado, são para conter o avanço da covid-19 , com as seguintes medidas:

1 – Todas as atividades Comerciais e Serviços deverão obedecer os protocolos e normas sanitárias. Respeitar o limite de público correspondente à 50% (Cinquenta por cento) da capacidade máxima do local e o espaçamento de no mínimo 1.5m (Um metro e meio) entre as pessoas.

2 – Os comércios só devem autorizar a permanência de pessoas usando Máscara de Proteção de Maneira Correta, e disponibilizar Álcool em Gel 70%.

3 – Fica proibida a emissão de alvarás, bem como a realização de eventos e festas em Bares, Casas de Shows, Chácaras e Locais Públicos.

O Comitê Covid, pede a colaboração do Comerciante e de toda População, para o cumprimento das medidas, evitando assim o aumento de casos. O comitê deve voltar a se reunir em 7 dias, para reavaliar a situação, e se houver a necessidades, mais medidas podem ser tomadas.

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Mauro Mendes considera “estranha” migração de votos para Lula após derrota de Flávio

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O senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), classificou como “muito estranha” a migração de votos no segundo turno da eleição presidencial, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL). Para o ex-governador, o comportamento do eleitorado contrariou suas expectativas, especialmente diante do perfil conservador de Mato Grosso.

“É muito estranho. Estado de direita como o nosso, o estado de Mato Grosso. A maior parte da migração dos votos do primeiro turno foi para ele”, declarou Mauro, ao comentar o resultado da votação realizada no domingo (25).

Apesar de questionar o cenário, o senador eleito afirmou que não pretende especular sobre as razões que levaram ao resultado. Ele destacou que não há elementos suficientes para atribuir a movimentação dos votos a uma causa específica.

“É algo que merece ser estudado e eu não vou fazer nenhuma ilação, muito menos afirmações”, afirmou.

Antes do encerramento da apuração, Mauro demonstrava confiança na vitória do candidato do PL. No domingo, ele chegou a projetar que Flávio Bolsonaro venceria a disputa presidencial com uma vantagem de quatro a cinco pontos percentuais. A previsão, no entanto, não se confirmou.

Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos em âmbito nacional, enquanto Flávio obteve 48,21%, segundo os resultados divulgados após a apuração.

Em Mato Grosso, o cenário foi diferente. Flávio manteve ampla vantagem, com 66,06% dos votos válidos, contra 33,94% do petista. O resultado estadual, portanto, não acompanhou a tendência nacional apontada por Mauro ao comentar a migração de votos.

Lula ampliou votação em Mato Grosso

Embora tenha sido derrotado no estado, Lula recebeu mais votos no segundo turno do que na primeira etapa da eleição. O petista passou de 581.681 para 694.067 votos, um acréscimo de 112.386. Flávio também ampliou sua votação, passando de 1.298.581 para 1.350.912 votos.

Os números mostram que ambos cresceram em quantidade de votos entre os turnos, mas o aumento da votação de Lula foi maior em termos absolutos. Isso, isoladamente, não permite identificar de quais candidatos vieram os votos adicionais, já que a comparação também depende do comparecimento dos eleitores e de outros fatores eleitorais.

Senador diz que prioridade será trabalhar pelo país

Apesar da derrota de seu aliado, Mauro afirmou que pretende exercer o mandato no Senado com foco nas demandas nacionais, independentemente das divergências políticas com o presidente reeleito.

O senador eleito também manifestou preocupação com a situação fiscal do Brasil e com os desafios econômicos que, em sua avaliação, deverão ser enfrentados nos próximos anos. Entre os pontos citados estão o crescimento da dívida pública e o déficit da Previdência.

Mauro assumirá o mandato no Senado em fevereiro de 2027.



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