“Oficializado”

Nome de Pivetta volta agitar corrida eleitoral em MT

Com convite oficializado em ato no interior do estado, eleições podem tomar outros rumos.

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Política

Foto: Divulgação/oautourugua

Para desespero de uns e alívio para outros, assim surtiu a notícia de que o atual vice-governador, Otaviano Pivetta recebeu o tão esperado convite oficial, por parte do então pré-candidato ao governador do estado, Mauro Mendes, para compor a chapa majoritária.

Desde o último evento do União Brasil, quando o governador firmou compromisso com a pré-candidatura à reeleição, que as cogitações referentes ao nome para vice, tomou conta do cenário da corrida eleitoral, até porque, muita gente já estava de olho em 2026.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, existe a possibilidade de Mauro Mendes seguir na vida pública, disputando uma vaga no Senado da República em 2026, assim a vaga de vice hoje, estava sendo cotada como a mais disputada no momento.

 “A probabilidade do vice de hoje, ser o governador de amanhã é muito grande, já que poucos conseguiram a proeza de perder com mandato nas mãos”.

 Vale ressaltar, que de momento a notícia envolve apenas a oficialização do convite, para Otaviano Pivetta, mas até agora, seguem os mistérios referente ao cenário eleitoral, já que até agora, não houve uma confirmação por parte do vice-governador.

De princípio, a notícia já abalou “os pilares da política no estado”, decepcionando aqueles que tinham intenção de indicar ou até mesmo, ocupar a vaga, “quem não quer ser governador praticamente de grátis? ”.

Segundo o “Aracuã do Pantanal” teve gente que ficou bufando mais que “Jararacuçu do Brejo”, porque não conseguiu emplacar a mulher de vice, isso mostra que nesta vida, nem sempre se pode tudo.

Por outro lado, as peças movimentam ainda mais rápido, dando formato ao tabuleiro político, já que faltam poucos dias para as convenções.

 

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Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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