alerta a botelho

Neri ‘relembra’ as eleições de 2022; diz que Botelho precisa ficar atento para não ser ‘descartado’ por Mauro

Neri, que ajudou a eleger o governador em 2018, esperou até o último minuto por uma retribuição do chefe do Executivo estadual

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Política

Agência Brasil

Neri Geller (PP), Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (MAPA), de volta à cena política mato-grossense, após conseguir reverter a sua cassação, disparou que o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Eduardo Botelho (União), precisa ficar atento para não ser descartado pelo governador Mauro Mendes (União), assim como ele foi nas eleições de 2022.
“Botelho é adulto. Apesar que eu também fui e na hora do pega fui descartado. Política é assim, tenho uma boa relação com Mauro, mas acredito que Botelho precisa ficar atento sim”, afirmou, em conversa com a imprensa, na manhã desta segunda-feira (15).
A declaração de Neri faz alusão ao rompimento com o grupo político de Mauro na última eleição geral. Neri, que ajudou a eleger o governador em 2018, esperou até o último minuto por uma retribuição do chefe do Executivo estadual, que ao se candidatar à reeleição, fechou composição com o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro e que em Mato Grosso lançou Wellington Fagundes para novo mandato no Senado.
Naquela oportunidade, Mauro tentou convencer Neri a continuar no grupo e disputar a cadeira de senador no mesmo palanque, mas sem coligação formal. O então deputado federal decidiu, então, compor com o presidente Lula (PT) e se lançar ao Senado na chapa da federação formada por PT, PV e PCdoB. Durante a campanha, no entanto, foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e teve seus votos não contabilizados.
Nos bastidores muito se fala na repetição dessa história, tendo o presidente da Assembleia como a nova ‘vítima’. Desde o ano passado, Botelho aguarda uma posição de Mauro quanto a possibilidade de ser o nome do União Brasil na disputa pelo Palácio Alencastro. O governador, no entanto, arrasta o assunto alegando que já havia feito compromisso de apoiar o afilhado político, Fábio Garcia, que atualmente chefia a Casa Civil.
Apesar da pressão, Botelho espera que uma conversa definitiva seja realizada ainda em janeiro. Caso não seja a escolha do União Brasil, pretende ter a liberação de Mauro para se desfiliar e concorrer em outra sigla.
Até semana passada, a certeza era de que o deputado se juntaria a Carlos Fávaro, no PSD. O ministro da Agricultura, no entanto, aceitou a convocação de Lula para compor com a federação. Na prática, as portas do partido não foram totalmente fechadas para Botelho, mas, em caso de migração, o parlamentar terá que convencer os partidos de esquerda a apostarem em seu nome na briga pela prefeitura da capital.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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