"Apoiadores"
Neri Geller recebe apoio da comunidade evangélica
“Neri é uma pessoa que cumpre com a palavra. Ele foi um dos braços fortes para a Marcha pra Jesus” ressaltou o pastor Edilson Sena.
Política
O candidato ao Senado, Neri Geller (PP) recebeu o apoio de pastores e dezenas de membros da comunidade evangélica de diversas partes de Mato Grosso, durante encontro na cidade de Várzea Grande. No evento, Neri destacou a importância do trabalho social prestado pelas igrejas e se comprometeu a apoiar está atuação.
Presidente do Conselho de Pastores de Mato Grosso, o pastor Fábio Senna elogiou a simplicidade de Neri e a disposição em olhar sempre para quem mais precisa. “Você, Neri, tem serviços prestados, tem o que mostrar e é por isso que nós vamos te apoiar”.
“Neri é uma pessoa que cumpre com a palavra. Ele foi um dos braços fortes para a Marcha pra Jesus” ressaltou o pastor Edilson Sena.
“Temos orado a Deus para que Ele levante pessoas boas, que levem nossas bandeiras. Na busca por estas pessoas, Deus tem colocado algumas pessoas no nosso caminho, uma delas Neri Geller, nosso futuro senador”, pontuou o bispo Darci Amorim, presidente mundial da Igreja Só o Senhor é Deus.
Ao lembrar de sua trajetória, iniciada em Mato Grosso em 1984 como um assentado, Neri salientou a importância do espírito cristão em toda sua vida. “Sempre trabalhei muito próximo das igrejas pelo simples fato de que quando você chega neste ambiente, consegue trabalhar com retidão e fazer as mudanças necessárias na comunidade”.
Neri ressaltou que sempre esteve ao lado daqueles que mais precisam e isso é comprovado por sua atuação na política. “Dos mais de R$ 800 milhões que consegui trazer para Mato Grosso, a maior parte do dinheiro foi para a atuação social. Conseguimos muitas transferências para as pastas de Ação Social nos municípios”.
Neri é candidato pela coligação “Para Cuidar das Pessoas” e tem como suplentes a ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso, Maria Lúcia, e o presidente licenciado da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Mato Grosso (Fetagri-MT), Nilton da Fetagri.
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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