“Déjá-vú”
“Natasha e Serys Slhessarenko”: Algo em comum da herança esquerda política até as “ambulâncias”
Coincidências unem mãe e filha que buscam pelo retorno da família Slhessarenko no cenário político.
Política
Pode até ser considerado louvável, a única mulher se prontificar em disputar uma única vaga no Senado da República, disponibilizada nesta eleição para Mato Grosso, se não fossem as indagações e dúvidas de milhares de pessoas, referente a conduta da pré-candidata, Natasha Slhessarenko adversa ou seguindo o mesmo caminho da mãe, Serys Slhessarenko.
Segundo informações do “Aracuã do Pantanal”, nos últimos dias, Natasha já teria tido entraves com lideranças políticas, tanto do estado de Mato Grosso, como dos membros da nacional, porque no estado, o PSB ainda não declarou apoio ao candidato do PT, Lula da Silva.
Essa cogitação, caso venha se confirmar, já demonstra quais são as bases das condutas política da Dr., que estaria marcando posição, e mesmo sendo convidada para ingressar em outra sigla, mostra que o “brilho da estrela” é predominante.
“Cresceu vendo a mãe na esquerda, aprendendo que os ideais apresentados pelo PT, seriam os melhores para o Brasil, e hoje, a médica segue o mesmo caminho, ou tem algo de novo para apresentar? ”.
Se for neste sentido, os ideais não correspondem aos fatos, o povo que corre risco de ver o futuro repetir o passado, não quer mais ter o sangue sugado, com aprimoramento daquilo que já foi realizado, um verdadeiro “museu de novidades”, na atual conjuntura da política, o Brasil não aceita mais qualquer tipo de conduta, que seja semelhante ou faça lembrar a “Operação Sanguessuga”.
“Operação Sanguessuga ficou também conhecida como a “Máfia das Ambulâncias”, é considerado um dos maiores esquemas de corrupção no Sistema de Saúde Pública, em 2006, o escândalo tomou conta do Brasil, devido o envolvimento de vários políticos, inclusive de Mato Grosso”.
Hoje, é correto afirmar que até o momento, as principais lideranças do PSB Mato Grosso, ainda não declaram apoio a um determinado candidato, para disputar a presidência da República, até porque, no cenário nacional, a sigla requer o papel de protagonista, e não aceita o de coadjuvante, impasse que deve fortalecer ainda mais as rupturas nos demais cantos do Brasil.
Diante dos fatos, uma imposição de ações aos modelos do PT no PSB, para fomentar o nome do pré-candidato, Lula na região, vai desagregar, colocando em risco um racha na formação do grupo, que começa a ver o “arremete” como uma possibilidade, já que é melhor salvar o maior número possível de políticos, do que apenas uma pessoa.
Política
Max Russi reúne multidão em lançamento e ganha projeção para 2030
O deputado estadual Max Russi (Podemos) deu a largada oficial à campanha pela reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso em um ato que reuniu mais de 5 mil pessoas na noite de quarta-feira (9), na Musiva, em Cuiabá. O evento reuniu apoiadores de diversas regiões do Estado e também importantes lideranças políticas.
Atual presidente da Assembleia Legislativa, Max teve ao seu lado no palanque o ex-governador Mauro Mendes (União) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que disputa uma das duas vagas de Mato Grosso ao Senado. A presença dos dois reforçou o peso político do evento e a articulação construída em torno da candidatura do parlamentar.
Durante o discurso, Janaina lembrou que Max chegou a ser cotado para disputar o Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. “Neste ano, o Max Russi seria o governador de Mato Grosso. Não deu para ser dessa vez”, afirmou.
A deputada, porém, já projetou o futuro político do aliado e declarou esperar que ele entre na disputa pelo Palácio Paiaguás em 2030. “Eu sei que Deus vai me abençoar com o apoio de vocês, eu serei senadora e, em 2030, Max, eu vou estar aqui para te ver governador de Mato Grosso”, disse Janaina.
Além da projeção para a próxima eleição estadual, Janaina também sinalizou apoio à permanência de Max no comando da Assembleia. Ela afirmou que, caso o MDB consiga eleger quatro ou cinco deputados estaduais, a bancada deverá apoiar Russi para continuar na presidência da Casa. “Se nós elegermos quatro, cinco estaduais, todos vão votar no Max para presidente da Assembleia Legislativa”, declarou.
Max foi eleito presidente da ALMT para o biênio 2025-2027. Para continuar à frente do Legislativo, entretanto, precisará primeiro renovar o mandato nas urnas e, posteriormente, construir maioria entre os deputados eleitos para a próxima legislatura.
Com a Musiva lotada e a presença de aliados de diferentes regiões, o lançamento consolidou a largada eleitoral de Max Russi e também expôs um movimento político que vai além de 2026, com aliados já colocando o deputado entre os nomes que podem disputar o Governo de Mato Grosso em 2030.
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