Eleições 2022

MT tem mais de 5 mil eleitores que optaram por voto em trânsito

O número é 493% maior do que o registrado em 2018, quando ocorreram as últimas eleições gerais

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Política

Foto: TRE-MT

A Justiça Eleitoral de Mato Grosso recebeu 5.093 solicitações de transferência temporária para voto em trânsito nas Eleições 2022. O número é 493% maior do que o registrado em 2018, quando ocorreram as últimas eleições gerais. Naquele ano, foram 859 pedidos de voto em trânsito. 

Do total deste ano, 1.953 votarão em Cuiabá, 1.735 em Sinop, 899 em Rondonópolis e 506 em Várzea Grande. Já no pleito anterior, a Capital teve 571 eleitores, em Rondonópolis foram 196 e Várzea Grande contou com 92 solicitações.

Já a cidade de Sinop não registrou voto em trânsito porque ainda não possuía 100 mil eleitores.

O presidente do TRE-MT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, destacou que a grande procura reflete o interesse da população em participar das eleições. Para ele, o número significativo de solicitações de voto em trânsito demonstra que os cidadãos estão mais conscientes da importância de fazer parte deste momento.

Consulte aqui os locais de votação que receberão o voto em trânsito. 

O voto em trânsito 

O prazo para a solicitação terminou no dia 18 de agosto. Esta possibilidade foi aberta a quem estiver fora do domicílio eleitoral no dia da eleição.

Nos casos em que o eleitor esteja no mesmo estado, poderá votar para todos os cargos em disputa, ou seja, presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.

Já os que estiverem em outro estado poderão votar apenas para presidente da República. 

A opção do voto em trânsito é permitida somente em território nacional. No entanto, quem tem o título de eleitor cadastrado em outro país e estará no Brasil no dia do pleito pôde fazer esta solicitação. Neste caso, porém, o eleitor só poderá votar para presidente da República.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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