“Está Sumida”

Mistérios ocultam parâmetros estatísticos neste início de campanha em MT

“Algo de errado, não está certo” neste pleito, além do comportamento dos candidatos com característica de “cavalheirismo”, até o exato momento não se ouve falar em quem está na frente ou é o mais rejeitado pela população.

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Ainda não se sabe porque causa, circunstância ou razão as equipes dos candidatos que concorrem a eleição deste ano em Mato Grosso, estão ocultando, os dados das pesquisas que avaliam a situação de cada um, frente a opinião popular.

Quem está na frente? Os favoritos? A maior rejeição? Aqueles que não decolaram? A estagnação de uns? Nomes que estão surpreendendo e decepcionando? São esses os dados divulgados pelas realidades dos fatos, quando as pesquisas são realizadas de forma fidedigna.

“Algo de errado, não está certo” neste pleito, além do comportamento dos candidatos com característica de “cavalheirismo”, até o exato momento não se ouve falar em quem está na frente ou é o mais rejeitado pela população. Pelo que tudo indica, os indicadores estão indo muito além de agradar e decepcionar.

Não só os concorrentes aos cargos de deputados estadual, federal, senador e governador, como também, boa parte dos eleitores, apoiadores de determinados grupos ou não, querem saber a que anda o nome do seu postulante, já que ninguém entra em uma disputa para degustar do “gosto amargo da derrota”.

Segundo informações de bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, assim como as trocas de farpas, acusações, revelações, entre outros atos que geralmente fazem parte de uma campanha, com objetivo de desconstruir a imagem do adversário, a revelação dos dados das pesquisas também estaria aguardando o primeiro passa de um determinado grupo, ou seja, “quem vai dar o primeiro tapa”, para começar o “trupé”.

Por outro lado, especialistas em política, afirmam que as atividades mais intensas, serão depois da inauguração dos conhecidos comitês, e principalmente depois do dia 12 de setembro, até lá, como muita gente ainda corre alto risco em ficar de fora, com apenas uma “canetada” do Tribunal Regional Eleitoral, ponderação é a palavra de ordem, já que não vale a pena se desgastar, correndo risco de “nadar, nadar e morrer na praia”.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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