TERCEIRO MANDATO PARLAMENTAR
Mestre em política, Botelho aprimora humanização na ALMT
Botelho adiantou que voltará a realizar a Assembleia Itinerante. Trata-se de uma iniciativa que ele considera útil e ágil para contemplar a população interiorana.
Política
Já no seu terceiro mandato parlamentar, e novamente no comando da Mesa Diretora da ALMT, o deputado Eduardo Botelho (União Brasil) afirma ter convicção da necessidade de sequenciar os trabalhos desenvolvidos anteriormente, adequando-os aos novos desafios, condição que considera natural.
“Há um momento em que precisamos agir decisivamente, para que as coisas funcionem da forma desejada coletivamente. Trabalhar e trabalhar é propósito inabalável da ALMT. Mato Grosso exige isso, anseia por amparo legal e promissor em áreas distintas. Precisamos apoiá-lo para que possa crescer ainda mais, beneficiando sua população”, disse.

Créditos: Secretaria de Imprensa da ALMT
No mandato passado, relembra Botelho, a ALMT teve a missão de trabalhar conjuntamente com o governo para restabelecer as finanças do Estado, o equilíbrio fiscal.
“Unimos esforços para que tudo fosse realizado a contento da expectativa geral. Fizemos revisão dos incentivos – a nova forma de cobrança do ICMS, Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, etc. Elaboramos várias leis importantíssimas para MT”.
No rol das novas missões da ALMT, cita o presidente, um dos focos é fazer com que a ferrovia chegue a Cuiabá e Lucas do Rio Verde, além de viabilizar a Ferro-Grão e duplicar a Br-163. “São outras lutas que nos empenhamos e vamos conseguir realizá-las”.

Foto: Christiano Antonucci
Botelho adiantou que voltará a realizar a Assembleia Itinerante. Trata-se de uma iniciativa que ele considera útil e ágil para contemplar a população interiorana.
“Registramos vários pontos positivos a cada sessão contabilizada pela Assembleia Itinerante nos diversos polos mato-grossenses. É mais um propósito que pretendo concluir neste novo mandato na Mesa Diretora. A população se sente acolhida com a presença do Poder Público”.
Por João Carlos de Queiroz, redação omatogrosso.com
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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