“Carta na Mesa”
MDB nervoso não abre mão da vice: quem tem o “A”?
Este agente tem tudo para trilhar um futuro promissor, desde que siga nas mãos de quem sabe.
Política
Após várias reuniões do partido, informações de integrantes apontam que a sigla busca seguir na velha estrada, chegar novamente ao poder da mesma forma como aconteceu com o governador das obras da Copa de 2014.
Durante os últimos dias, algumas cogitações tomaram conta dos bastidores da política de Mato Grosso, porém todas as atividades têm algo em comum, a busca pela tão sonhada vaga de vice-governador do estado, compondo a possível chapa de reeleição do governador Mauro Mendes.
Entre as siglas que buscam emplacar seus preferidos, é claro que não poderia faltar o MDB, que teve de uma das suas lideranças a revelação que o partido tem “Carta na Mesa”, com poderio suficiente para emplacar o nome do vice.
Por outro lado, dados históricos apontam que este caminho já foi trilhado, em um passado não muito distante, e que o resultado não foi muito positivo para o povo de Mato Grosso, já que até hoje, a população ainda sofre com as cicatrizes deixadas por aquele governo, além do “Minhocão Branco” ilustrado nas principais avenidas de Cuiabá e Várzea Grande, considerado por muitos como o maior rombo dos cofres público da história do estado, muitos fatos, lendas e mistérios de bilhões, ainda continuam ocultos, resultando única e exclusivamente em prejuízos aos bolsos do povo mato-grossense.
A frase popular: “Quem bate esquece, quem apanha não esquece” pode ser decisiva na escolha do vice, já que este agente tem tudo para trilhar um futuro promissor, desde que siga nas mãos de quem sabe, porém cabe aos dados de pesquisa popular, juntamente com apoio de lideranças da maioria do grupo, definir, realmente, quem será o privilegiado da vez.
As movimentações estão apontadas para uma disputa precoce para vice, o natural seria para escolha dos nomes que irão disputar a cadeira de governador do estado, o que indica uma tendência de planos para o futuro, afinal, “pra que gastar tanta sola de sapato”, se pode pegar uma carona?
Foto: blogdojorgevieira
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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