#MTPEDEAJUDA

MAX RUSSI REALIZA CAMPANHA DE DOAÇÃO PARA AS FAMILÍAS VÍTIMAS DE ENCHENTES

A campanha denominada #MTpedeajuda, tem o objetivo de arrecadar água, alimento, roupas entre coisas para as famílias atingidas

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Política

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O gabinete do deputado Max Russi (PSB), atual primeiro secretário e presidente eleito da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), será ponto de apoio para recebimento de doações em prol das famílias desabrigadas pelas enchentes acometidas nos últimos dias em Mato Grosso.

Nas cidades de Cuiabá, Salto do Céu, Rio Branco e Nova Nazaré, a situação é bem crítica e alguns municípios já até decretaram calamidade pública. Com isso Max Russi recentemente lançou uma campanha denominada #MTpedeajuda, onde o intuito é arrecadar alimentos, roupas, calçados, água potável, produtos de higiene pessoal, agasalhos, ração para animais (cão e gato), fraldas descartáveis (adultos e infantil) e até brinquedos. O ponto de coleta é dentro do gabinete do deputado e começam as arrecadações a partir desta quarta-feira (15) até dia 22 de janeiro.

Para mais informações contate através do número (065) 99279-3903, falar com Ivete Alves (Assistente Social – gabinete dep. Max Russi).

Entenda: no último domingo (12.01) a capital Matogrossense foi acometida por um forte temporal, onde ocasionou enchentes em diversos bairros de Cuiabá, a água invadiu casas, comércios e avenidas, em informações preliminares diz que cerca de 150 famílias tenham sido atingidas pela enchente.

Já na noite de segunda-feira (13) e dia terça-feira (14) as cidades de Nova Nazaré e Rio Branco foram surpreendidas com um forte temporal que acometeu a região acompanhados de ventanias, as estradas do interior foram afetadas pelas enxurradas como também deixou centenas de famílias desabrigadas, A água chegou a interromper meia pista da MT-240 no trecho entre Nova Nazaré e Água Boa, na localidade chamada Água Boa 3.

Pontes e pontilhões ficaram destruídos após o fenômeno cabeça d’água, que é resultado da chuva em uma área específica do rio ou cachoeira, que faz com que o nível da água suba de forma repentina, reforçando a correnteza.

Diante do ocorrido as prefeituras desses municípios atingidos decretaram situação de emergência e calamidade pública.

Foto: Instagram Max Russi

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Flávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), vetou integralmente o projeto de lei que ampliava o acesso ao transporte coletivo gratuito para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fibromialgia. A proposta, aprovada pela Câmara Municipal, também previa a concessão do benefício a acompanhantes quando houvesse necessidade comprovada.

O veto foi publicado na terça-feira (20) no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. A decisão atinge o Projeto de Lei nº 211/2026, de autoria do vereador Miguel Angel Claros Paz Junior, que alterava a Lei Municipal nº 4.478/2019, responsável por regulamentar a gratuidade no transporte para pessoas de baixa renda com transtornos mentais em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

Com a mudança proposta pelos vereadores, pessoas com autismo e fibromialgia poderiam solicitar o benefício mediante apresentação de documentação médica e parecer social, conforme os critérios previstos na legislação.

A justificativa do Executivo para barrar a medida é a ausência de definição sobre a origem dos recursos necessários para financiar a ampliação do passe livre, além de questionamentos sobre os cálculos apresentados para estimar os custos da proposta.

Durante a tramitação do projeto, foi apresentada uma estimativa de impacto financeiro de R$ 83,6 mil mensais, o equivalente a R$ 1.003.200 por ano. O cálculo considerou 380 cartões de transporte, uma média de 44 viagens mensais por beneficiário e tarifa de referência de R$ 5.

Embora a Procuradoria Legislativa tenha reconhecido que a operação matemática estava correta, o parecer técnico apontou falta de informações que comprovassem os números utilizados. Entre as dúvidas estão a quantidade real de beneficiários, a frequência de uso dos ônibus e o número de acompanhantes que poderiam receber a gratuidade.

A análise também destacou a ausência de estudos sobre os efeitos da ampliação do benefício nos contratos do transporte coletivo e sobre a eventual necessidade de compensação financeira à empresa responsável pelo serviço.

Outro questionamento envolve a compatibilidade da despesa com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Critérios para concessão também foram questionados

Além das questões financeiras, o parecer jurídico apontou dúvidas sobre os critérios de acesso ao benefício. A legislação original estabelece requisitos relacionados à baixa renda e ao acompanhamento pelos Caps, mas o projeto não teria esclarecido suficientemente como essas exigências seriam aplicadas às pessoas com autismo e fibromialgia.

Também foram levantadas questões sobre os profissionais habilitados a emitir os documentos exigidos, a necessidade de parecer social e os procedimentos para comprovar que o beneficiário precisa de acompanhante.

Apesar das ressalvas, a análise reconheceu a finalidade social da proposta e a competência da Câmara Municipal para legislar sobre a ampliação de benefícios no transporte público.

Na justificativa do veto, assinada em 14 de outubro, Flávia Moretti considerou que os problemas identificados comprometiam o projeto como um todo. Por esse motivo, optou por vetar integralmente o texto, em vez de barrar apenas parte dos dispositivos.

A Prefeitura indicou que uma nova proposta poderá ser apresentada, desde que inclua estimativa de impacto financeiro, fonte de custeio definida e critérios objetivos para a concessão da gratuidade.

Câmara poderá derrubar veto

Com o veto integral, a ampliação do passe livre prevista no projeto não entra em vigor neste momento. A decisão será encaminhada à Câmara Municipal, que poderá manter o veto da prefeita ou rejeitá-lo, conforme as regras do processo legislativo.

O impasse coloca em discussão tanto a ampliação do acesso ao transporte público para pessoas com autismo e fibromialgia quanto a definição de como o benefício seria financiado pelo município.



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