Por dois anos

Max Russi é eleito presidente da Assembleia Legislativa com 24 votos

Como primeiro-secretário o deputado Doutor João José (MDB) e Júlio Campos (União), como vice-presidente

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Política

Foto: Angelo Varela/ALMT

Deputado estadual Max Russi (PSB), foi eleito com 24 votos, na manhã desta quarta-feira (07), como o novo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), para biênio 2025/2026. Ele terá como primeiro-secretário o deputado Doutor João José (MDB) e Júlio Campos (União), como vice-presidente.

Com apenas uma chapa na disputa a eleição foi tranquila, já que o nome de Russi era esperado desde o ano passado. Oficialmente deve tomar posse na cadeira de presidente, a partir do dia 1° de fevereiro de 2025.

Antes de começar a votação, o deputado estadual Valdir Barranco (PT) fez críticas aos parlamentares por deixarem a única deputada de fora da administração da Casa.

O deputado diz que teve interferência do governo Mauro Mendes (União) na disputa e que isso mancha o parlamento, passando uma imagem de machismo e misoginia para a sociedade.

A gente não sabe a violência política e psicológica que ela sofreu nesse processo. A deputada mais votada de Mato Grosso, de um estado que 53% de sua população é mulher”, alegou.

A chapa escolhida é formada por Júlio Campos como 1º vice-presidente, Gilberto Cattani como 2º vice-presidente, Wilson Santos é o 3º vice-presidente, Doutor João é 1º secretário, Paulo Araújo (PP) ficou como 2º secretário; Diego Guimarães (Republicanos) é o 3º secretário;

Elizeu Nascimento (PL) foi escolhido o 4º secretário; Fábio Tardin (PSB) 5º secretário; Juca do Guaraná (MDB) e como 6º secretário.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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