MESA DIRETORA DA ALMT
Max e Botelho caminham juntos para compor a nova Mesa Diretora da ALMT
Eduardo Botelho (União) e Max RUSSI (PSB) evidenciam franca disposição de composição harmônica de chapa única na Casa de Leis do Estado
Política
A nova Mesa Diretora da ALMT será oficialmente composta no próximo dia 1o., e dois nomes, considerados fortes no âmbito político estadual, sinalizam disposição para formação de chapa única: Eduardo Botelho, do União, e Max Russi, do PSB. Ambos têm experiência na administração da Casa de Leis de Mato Grosso, inclusive na Presidência. Botelho, hoje, responde pelo comando do Parlamento.
O ex-presidente Max Russi, atualmente 1o. secretário, vem anunciando que quer conversar primeiro com seus pares, a fim de saber qual é a visão deles. Deixou claro, portanto, não estar disposto a tomar nenhuma decisão isolada, optando por ouvir os partidários.
Mesmo tendo adiantado que deseja retornar à presidência, Max Russi não demonstra posição radical ao saber que o atual presidente também alardeia idêntico desejo. O diálogo entre ambos, Max e Botelho, sempre marcou pontos positivos na trajetória que desempenham lado a lado, na esfera parlamentar. É nesse aspecto que os colegas parlamentares descartam rivalidade entre ambos pela disputa da presidência.
Botelho, por sua vez, aguarda posição oficial do colega Max Russi em relação à composição de chapa única para a formação da nova Mesa Diretora (Max deve anunciar decisão nesta quarta). A possibilidade de aliança consensual existe: a marcha rumo à formação da Nova Mesa Diretora {entre Russi e Botelho} tem sido marcada por tom amigável e afinidades parceiras por MT.
A expectativa é de que o cardápio do jantar que Max Russi oferecerá amanhã aos seus apoiadores, para decidir sobre essa questão, não seja salgado. Pois depende desse jantar a resposta tanto aguardada por Botelho, que já conversou com Max Russi. Na oportunidade, ouviu do colega o mesmo que ele disse à imprensa: é fundamental ouvir inicialmente seus partidários. “Respeito isso”, comentou Botelho.
ENTENDIMENTO À VISTA
Muito próximo do governador Mauro Mendes, Max Russi, independente do que for dito amanhã (11) por apoiadores, busca apoio à parte entre simpatizantes do seu projeto na presidência da AL.
Russi salientou não haver rusgas de espécie alguma com seu concorrente à Mesa Diretora, deputado Eduardo Botelho. Isso reforça a possibilidade de pleno entendimento entre eles, viabilizando a formação de chapa única.
Enquanto nada está decidido, cada qual confere suas cartas. Se acaso prevalecer a escolha de Botelho pela presidência, ele assumirá o cargo pela quarta vez. Cada mandato lhe confere maior experiência, ampliando a visão de trabalho pelo Estado, afirma.
Botelho assegurou ter 15 votos, contabilizados antes da virada do ano. Em tom irônico, acredita que esse apoio, parlamentar anunciado em 2022, ainda dever se manter inalterado. “Pelo que sei, eles {15 deputados} continuam firmes para me apoiar. Não sei de alguém que tenha mudado de ideia, até agora; só se mudaram em 2023 e não me disseram”.
Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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