Em Intanhangá

Mauro não se posiciona ainda sobre sobre suposta invasão do MST em assentamento e que estado vai ajudar

Mauro se posicionou ontem na convenção do União Brasil

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Política

Foto ilustrativa

O governador Mauro Mendes (União) em entrevista à imprensa, ontem, segunda-feira (5), na convenção do União Brasil, no Ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá,  evitou comentar sobre a celeuma envolvendo suposta invasão de terras de um assentamento em Itanhangá (454 Km de Cuiabá), por parte de um grupo que se apresenta como membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). O gestor mato-grossense, afirmou que aguarda mais informações sobre o caso, para definir se cabe e de que forma do Estado pode atuar para atender tanto os supostos proprietários da terra quanto dos eventuais invasores.

“Olha, nós estamos recebendo mais informações e assim que eu tiver, nós temos algumas informações que precisamos fechar ainda, de um lado e de outro, para que possa o governo saber como atuar e como ajudar”, afirmou, ao Olhar Direto, nesta segunda-feira (05).
“Eu não posso antecipar uma impressão, porque é muito ruim, mas eu vou tentar compreender com mais profundidade, saber onde o governo do Estado pode ajudar, tanto um lado quanto o outro”, afirmou Mauro Mendes.
A suposta invasão tem sido denunciada por políticos da extrema direita, como a líder da bancada federal, deputada Coronel Fernanda (PL). Segundo ela, membros do MST estão ocupando um espaço e teriam ateado fogo na região com objetivo de atingir os mais de mil assentados na região, sendo que grande maioria são pequenos produtores.
“Por que que a gente fala que foram eles [MST]? Porque foram os únicos que se mantiveram tranquilos, enquanto os proprietários estavam correndo para cima e para baixo para tentar apagar o fogo, para fugir do prejuízo. Eu estive nas proximidades desse local, onde estão lá, a maioria estava jogando bola”, relatou.
A parlamentar disse que vai levar o caso para que a Justiça Federal tome alguma atitude em relação ao que acontece no órgão em Mato Grosso. Ela ressalta que os produtores de Itanhangá estão sendo desmerecidos, humilhados e estão correndo risco se nenhuma medida for adotada.

 

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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