LUTA CONTINUA
Mauro Mendes se diz cansado e critica investimentos “absolutamente ridículos” no Parque de Chapada
Eu já me cansei até de tanto tentar convencer o governo federal daquilo que pra mim é muito óbvio.
Política
Mauro Mendes (União) desabafou ao insistir muito junto ao Governo Federal para repassar a responsabilidade do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães para o Estado.
Governador ressaltou que mostrou aos ministros e presidentes que os investimentos do governo são mais que o triplo do que está previsto no leilão de R$ 18 milhões durante o período de 30 anos.
“Eu já me cansei até de tanto tentar convencer o governo federal daquilo que pra mim é muito óbvio. Eles querem fazer uma concessão pro cara investir R$ 18 milhões em 30 anos, e eu mostrei lá que nós investimos R$ 15 milhões praticamente numa praça de Chapada”, disse.
“R$ 18 milhões de investimento em 30 anos de investimento. Aí eles ficam tentando enganar, colocando custeio, salário, manutenção, limpeza, como se isso fosse investimento. Ah, é R$ 200 milhões e tantos. Isso é achar que nós somos bobos e tentar enganar a população com números errados”, complementou.
Na avaliação do governador, é “absurdamente ridículo” o investimento previsto para o local que precisa de várias intervenções de melhorias, principalmente na região do viaduto da Portão do Inferno, que registrou deslizamento de terras nos últimos dias, para que o atrativo seja ponto turístico para o fortalecimento econômico da região.
“Eu quero fazer o investimento para melhorar a qualidade de acesso, melhorar o acesso, e não permitir que o cidadão mato-grossense tenha que pagar R$ 100. O cara que mora em Santo Antônio do Leverger, Acorizal, Livramento, Campo Verde, Primavera, tirando Cuiabá, Várzea Grande e Chapada, que vai ter 75% de desconto, o restante do Mato Grosso inteiro vai pagar 100 reais pra entrar no parque de Chapada. Não é justo isso”, destacou.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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