REFERÊNCIA ADMINISTRATIVA

Mauro Mendes: “Em qualquer gestão, o essencial é gostar muito de pessoas…”

“Cabe aos governantes, via de regra, aprimorar a visão de sensibilidade humana, a fim de melhor entender como podem resolver as demandas que afligem a população. Uma administração a contento geral começa por aí…”, diz o governador

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Política

O governador mato-grossense, Mauro Mendes, que ora cumpre seu segundo mandato, dispõe de horizontes franqueados para o ingresso em novas fronteiras políticas, futuro afora. Ou seja: Mendes tem 100% do aval da população de Mato Grosso, trabalho já reconhecido em Brasília, no eixo Centro Oeste e em outros territórios nacionais.

Sua figura de administrador dinâmico já é associada naturalmente à de senador da República, mandato que alcançará sem esforço, tornando-se trampolim para graduações maiores [ministro, por exemplo]. É a coleta dos frutos de um governo que deu certo e resgatou a autoestima da população.

Literalmente, Mendes resgatou MT da falência, pois assumiu o Estado numa situação extremamente crítica, com dívidas impagáveis  – incluindo sucateamento da máquina pública e atrasos salariais junto aos fornecedores.

Conforme Mendes,  ele governa de mãos dadas com o sentimento de humanização, pensando no bem-estar geral dos semelhantes. Salientou que sua maior aspiração sempre foi a de servir as pessoas, e, na condição de governante estadual, tem conseguido cumprir isso à risca.

Crédito – Mayke Toscano – Secom/MT

Mauro pontuou que a praticidade dinâmica tanto elogiada na sua administração se deve a um time coeso de colaboradores, igualmente harmônicos na linha de pensamento idealista. E destacou também a importante participação voluntária da primeira dama Virginia Mendes, incentivo cotidianamente presente na trajetória de governo, definiu.

A primeira dama de MT idealizou e acompanha a desenvoltura do SER Família, programa social com vertentes que abrangem setores distintos. Trata-se de apoio oficial solidário às classes mais humildes da população de MT.

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Governador Mauro Mendes e Virginia Mendes/SECOM/MT

“Sem os nobres técnicos servidores, e todos que compõem a administração pública, não teríamos ido além nos projetos que encampamos, que atendem a população de modo eficaz. Integram esse elenco de força auxiliar do governo estadual as parcerias firmadas com o Legislativo, Judiciário, entidades de classe. Formamos uma corrente solidária para um MT melhor”.

Em síntese, no entendimento do governador Mauro Mendes, para que um governante tenha êxito na sua empreitada administrativa, o mais importante é ser sensível à causa popular, unificando forças populares no âmbito público e privado . Trata-se de princípio fundamental, e é plenamente justificável que assim seja, acrescentou.

Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT

“Nenhum gestor vai além do trivial se não acalentar animosidade amorosa na sua trajetória de condução do setor público; momento em que é oportunizado atender os anseios da população. Mas deve abraçar tal empreitada firmemente, com franca sensibilidade. É a trilha convencional da resolutividade, capaz de promover alcance abrangente”.

“O FUTURO A DEUS PERTENCE”

Humilde, o governador mato-grossense, que foi destaque nacional quando presidiu a Federação das Indústrias de MT e cumpriu mandato de prefeito de Cuiabá, deixou claro não estar pensando em cargos políticos, mas, sim, em continuar imprimindo ritmo de boa governança no Estado.

SECOM/MT

“Segundo se diz, “o futuro a Deus pertence”. Nosso objetivo é justamente esse que ocorre desde que assumimos o comando de MT: governar para todos, de forma satisfatória. Ao inaugurarmos obras, ou reformar unidades educacionais, de Saúde e outras de serviço social, não priorizamos nenhum projeto individual, somente o coletivo. Felizmente, MT atingiu ápices promissores em vários setores, e se tornou potencial produtivo e progressista. Eis aí nossa principal recompensa pelo trabalho encetado”.

Por João Carlos de Queiroz, jornalista omatogrosso.com

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Comissão aprova apoio à economia criativa em áreas atingidas por calamidade pública

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1937/24, que prevê a inclusão de diversos setores da economia criativa nos planos de reconstrução e recuperação de áreas atingidas por estado de calamidade pública. O objetivo da proposta, do deputado Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), é garantir auxílio financeiro e incentivo a profissionais e empreendimentos do setor em momentos de crise.

O texto aprovado define como economia criativa atividades ligadas a áreas como arquitetura, artes cênicas, audiovisual, design, moda, música, gastronomia e tecnologia da informação, entre outras.

Formas de apoio
De acordo com o projeto, os planos de recuperação deverão oferecer aos profissionais desses segmentos, sejam eles formalizados ou informais, as seguintes medidas:

  • aporte imediato de recurso financeiro por meio eletrônico;
  • auxílio emergencial mensal;
  • linhas de crédito com juros subsidiados;
  • editais, prêmios e chamadas públicas para projetos; e
  • compras públicas de bens e serviços do setor.

A relatora da proposta, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), destacou que a iniciativa se baseia no sucesso de leis anteriores de emergência cultural. “O projeto busca reproduzir a lógica da Lei Aldir Blanc 2 para situações locais de decretação de estado de calamidade, de modo a transferir recursos da União para os demais entes federativos, garantindo aplicação dos valores transferidos para o setor da economia criativa nessas situações”, explicou.

Mudanças no texto
A proposta foi aprovada com duas modificações sugeridas pela relatora para garantir a segurança jurídica e financeira da medida:

  • cadastro público: foi esclarecido que a exigência de municípios e estados criarem um cadastro de atividades afetadas é obrigatória apenas para o recebimento de recursos transferidos pela União, preservando a autonomia dos governos locais; e
  • linhas de crédito: a concessão de crédito com juros baixos deverá observar a análise de viabilidade financeira e as políticas internas dos bancos.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Roberto Seabra



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