“De pesadelo ao progresso”

Mauro Mendes e Tarcísio Gomes falam da importância da duplicação da BR-163 para o Brasil

Após décadas de pesadelos com obras inacabadas, a BR-163 passa de rodovia da morte, para o caminho do desenvolvimento com a parceria entre governos federal e estadual

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Foto: Christiano Antonucci

Do plano de integração nacional na década de 70, desenvolvida pelo Exército Brasileiro, realizada pelo 9º Batalhão de Engenharia e Construção, em Mato Grosso, a BR -163 foi construída em condições adversas, com a missão de integrar para não entregar.

Foto: Orlando Brito/03-03-1974

“O princípio foi marcado por muitos sacrifícios, as dificuldades foram desde as questões climáticas, passando pela malária, febre amarela, animais peçonhentos, onças e outras adversidades”.

Foto: Jéssica Bergamo/Arquivo Pessoal.

Hoje, se fala muito da BR-163, rodovia que corta praticamente todo de Mato Grosso, as condições que não acompanharam o desenvolvimento das fazendas, milhares de mortos por conta dos acidentes, a falta de estrutura para atender desde produtores, profissionais de transportes, até os moradores dos municípios do interior do estado.

É correto afirmar que as empresas rurais, são destaques no mundo todo devido suas produções recordes, desde grãos como soja, milho, girassol, algodão, passando pelas criações de gado, suínos, peixes, entre outros.

Com tanto investimento e tecnologia da porteira para dentro, o principal meio de escoamento da safra no estado não é compatível com a demanda, já que a estrada do corredor denominado de BR-163, na sua maioria, ainda segue os moldes da década de 70, desde a sua implantação.

“Com caminhões, carros, caminhonetes de 2022, andando em estradas de 1970, a incompatibilidade é certa, algo de errado iria acontecer”.

Há cerca de 20 anos, um “fio” de esperança tomou conta daqueles que dependem da BR-163, quando foi anunciado a duplicação no governo Lula (2006), obras realizada pelo grupo Odebrecht Transport, empresa que controla a Rota do Oeste, porém, mesmo se passando vários anos, o que era ruim, foi piorando, já que os motoristas pagam por um serviço que não tem.

Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado

“A iniciativa do governador Mauro Mendes está sendo reconhecida e aprovada, desde Ministros, deputados, prefeitos, vereadores, empresários e principalmente por profissionais do transporte”.

Após muitas discussões sobre os “sexos dos anjos”, e cansados de tantos “contos do vigário”, somados aos números de acidentes, com mortes sem nenhuma atitude por parte de quem cobra para prestar serviço, o Governo do Estado de Mato Grosso ingressou com um Termo de Ajustamento de Conduta, quando a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Rota do Oeste já assinaram o TAC, com objetivo de passar o controle acionário da concessionária para a MT Participações e Projetos (MT PAR).

O governador Mauro Mendes não escondeu a satisfação de atender a demanda da população, ao anunciar que as obras devem começar ainda em 2023, com investimentos na ordem de R$ 1,2 bilhão.

Foto: Assessoria/Divulgação

“Buscamos soluções por compreendermos a importância que essa rodovia tem para Mato Grosso, não só para a logística, mas para a vida das pessoas. Muito mais do que fazer um negócio para o Estado de Mato Grosso, estamos fazendo uma ação para a vida dos mato-grossenses e a qualidade de vida da população”, destacou o governador.

Foto: Facebook/Tarcísio Gomes

Já Tarcísio Gomes enquanto Ministro da Infraestrutura sempre pautou a BR-163 como de extrema importância para o Brasil, fato é que uma verdadeira “Operação de Guerra” foi montada para conclusão da pavimentação da via, que há cerca de 40 anos não saia das promessas e discursos de campanha.

Com a parceria entre os governos federal e estadual, além da conclusão da pavimentação da via, agora começa a tão sonhada duplicação, que fomenta desde o desenvolvimento econômico com geração de mais emprego e renda, como proporciona mais economia e lucro para os caminhoneiros, e resguarda a vida daqueles que passam pela BR-163.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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