“Alinhamento”
“Mauro Mendes e Neri Geller”: muito mais que uma eleição
Parceria de longas datas, foi intensificada nos últimos anos com total apoio do deputado federal ao governo do estado.
Política
As notícias das últimas horas aqueceram ainda mais as movimentações no cenário da corrida eleitoral, o apoio que até então parecia 100% fechado com o senador, e pré-candidato a reeleição, Wellington Fagundes (PL), teria “caido por terra” com as cogitações da declaração do governador, Mauro Mendes, ao mencionar a possibilidade de racha no grupo, referente ao projeto Neri Geller rumo ao Senado da República.
Para quem acompanha o cotidiano da política em Mato Grosso, sabe que o deputado federal, Neri Geller e o governador, Mauro Mendes pertencem ao mesmo grupo, originário da “turma da botina”, desde a sua criação em 2002.
“Aqueles que não lembram, basta olhar na palma da mão”.
Seguindo neste pressuposto, seria correto a afirmar, que não é chegando de última hora, que vai “sentar na janelinha”, ainda mais depois de ter jogando o tempo todo no time adversário, usando de sua “astúcia” em pegar uma “carona” de acordo com a conveniência.
Nos últimos quatro anos, por exemplo, o então deputado federal, trabalhou de forma alinhada com a gestão estadual, com destinação de recursos para atender as necessidades e prioridades da população, no mesmo ritmo do governo, demonstrando desde o princípio, que é da base, potencializado com o suposto apoio da maioria do agro.

Foto: Redes sociais.
“Como a espinha dorsal do grupo vai para esquerda e alguns membros vão para direita, algo de errado não está certo”.
Segundo informações de fontes ligadas a vários agentes políticos, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, existe um grupo buscando pela neutralidade referente ao apoio do governador, Mauro Mendes na corrida eleitoral ao Senado da República, já que nesta opção, não agradaria e nem descontentaria A ou B.
Para o “Aracuã do Pantanal”, o posicionamento de neutralidade seria de certa forma, o mais sensato quando se pretende agradar “gregos e troianos”, porém, quem não tem faturas a serem pagas? E são nesses momentos, que os credores batem à porta, resta saber, se já é momento de dar o grito de independência, ou vai seguir apenas pagando os juros da dívida eterna.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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