“Alinhamento”
“Mauro Mendes e Neri Geller”: muito mais que uma eleição
Parceria de longas datas, foi intensificada nos últimos anos com total apoio do deputado federal ao governo do estado.
Política
As notícias das últimas horas aqueceram ainda mais as movimentações no cenário da corrida eleitoral, o apoio que até então parecia 100% fechado com o senador, e pré-candidato a reeleição, Wellington Fagundes (PL), teria “caido por terra” com as cogitações da declaração do governador, Mauro Mendes, ao mencionar a possibilidade de racha no grupo, referente ao projeto Neri Geller rumo ao Senado da República.
Para quem acompanha o cotidiano da política em Mato Grosso, sabe que o deputado federal, Neri Geller e o governador, Mauro Mendes pertencem ao mesmo grupo, originário da “turma da botina”, desde a sua criação em 2002.
“Aqueles que não lembram, basta olhar na palma da mão”.
Seguindo neste pressuposto, seria correto a afirmar, que não é chegando de última hora, que vai “sentar na janelinha”, ainda mais depois de ter jogando o tempo todo no time adversário, usando de sua “astúcia” em pegar uma “carona” de acordo com a conveniência.
Nos últimos quatro anos, por exemplo, o então deputado federal, trabalhou de forma alinhada com a gestão estadual, com destinação de recursos para atender as necessidades e prioridades da população, no mesmo ritmo do governo, demonstrando desde o princípio, que é da base, potencializado com o suposto apoio da maioria do agro.

Foto: Redes sociais.
“Como a espinha dorsal do grupo vai para esquerda e alguns membros vão para direita, algo de errado não está certo”.
Segundo informações de fontes ligadas a vários agentes políticos, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, existe um grupo buscando pela neutralidade referente ao apoio do governador, Mauro Mendes na corrida eleitoral ao Senado da República, já que nesta opção, não agradaria e nem descontentaria A ou B.
Para o “Aracuã do Pantanal”, o posicionamento de neutralidade seria de certa forma, o mais sensato quando se pretende agradar “gregos e troianos”, porém, quem não tem faturas a serem pagas? E são nesses momentos, que os credores batem à porta, resta saber, se já é momento de dar o grito de independência, ou vai seguir apenas pagando os juros da dívida eterna.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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