MATO GROSSO

Mauro Mendes defende a democracia e a união pelo bem do Brasil e de Mato Grosso

Fala do governador foi ratificada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva

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Política

O governador Mauro Mendes defendeu que os Governos Federal e Estadual trabalhem unidos e em sintonia para garantir o desenvolvimento do país e dos Estados, e entregar serviços e obras de qualidade para a população.

“O respeito à democracia é fundamental nesse momento do nosso Brasil, é algo que todos nós temos que praticar. As eleições terminaram no mês de outubro. Precisamos unir o Brasil e todos os brasileiros em prol de um único objetivo, que é fazer esse país crescer, respeitando todos os seus cidadãos. É isso que vamos continuar fazendo no Estado de Mato Grosso”, discursou o governador.

A fala foi feita durante a entrega de 1.440 apartamentos no Residencial Celina Bezerra, em Rondonópolis, na manhã desta sexta-feira (03.03), com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente Lula também ressaltou a importância do respeito à democracia, e pregou a união entre as esferas Federal, Estadual e Municipal. Lula ainda garantiu que sua gestão será focada em parcerias para que as entregas cheguem até quem mais precisa.

“Quando eu venho em um Estado, eu não quero saber qual é o partido do governador, eu quero saber é que ele foi eleito e vamos trabalhar juntos para entregar o melhor para a população daquele Estado. A democracia exige a convivência, mesmo que na adversidade. Eu não estou propondo casamento, estou propondo cuidar do povo com respeito”, afirmou.

A exemplo da parceria com o Governo Federal, o governador Mauro Mendes ressaltou que o Estado não tem medido esforços para garantir o direito à moradia das pessoas em situação de vulnerabilidade, e afirmou que o Governo de Mato Grosso vai investir R$ 84 milhões para a conclusão de 11 residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida, que estão com obras paralisadas.

Mauro ainda destacou que o Governo de Mato Grosso vai construir 40 mil casas para famílias de baixa renda, por meio do programa Ser Família Habitação.

“Fechamos o ano de 2022 investindo 19% de tudo que arrecadamos. É o maior investimento de todos os estados brasileiros, e foi por isso que conseguimos fazer o investimento de R$ 5,2 milhões neste residencial. E tenham certeza, todos os 141 prefeitos, que o Governo de Mato Grosso está colocando e vai continuar colocando o dinheiro público de forma bem empregada, para o bem do cidadão mato-grossense”, concluiu.

Do valor total investido pelo Governo de Mato Grosso no residencial Celina Bezerra, R$ 903 mil foram para a conclusão da primeira etapa, com 1.440 moradias. Na segunda etapa serão construídos mais 1.152 apartamentos, com investimento do Estado de R$ 4,3 milhões. As obras foram iniciadas em 2013 e ficaram paralisadas até 2019.

Na solenidade desta sexta-feira, as autoridades entregaram as chaves dos apartamentos para algumas das famílias contempladas.
Estiveram presentes na solenidade ministros, senadores por Mato Grosso, deputados federais e estaduais, secretários de Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, e outras autoridades.
Entrega de moradias
Nos últimos quatro anos, o Governo de Mato Grosso investiu R$ 35 milhões para a retomada da construção de 5.650 unidades habitacionais que compõem programas do Governo Federal, como o Minha Casa, Minha Vida.
Desde 2019, o Governo de Mato Grosso investiu recursos para retomar e entregar a construção dos residenciais Santa Bárbara, em Várzea Grande, e Vida Nova II, em Lucas do Rio Verde, totalizando 1.774 residências.
O Governo também aportou recursos para o retorno das obras no residencial Nico Baracat, em Sinop, e Colinas Douradas, em Várzea Grande, em um total de 2.440 unidades.
O residencial Carvalho, em Barra do Garças, também recebeu R$ 11,6 milhões da atual gestão para retomar a construção de 1.436 casas, mas o reinício da obra depende de soluções de pendências por parte da Caixa Econômica.
FONTE SECOM MT
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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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