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Mauro Mendes assegura construção de hospital de câncer em Rondonópolis

O governador entendeu a necessidade de atendimento a pacientes oncológicos do sul mato-grossense e região do Araguaia

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Foto: Ronaldo Mazza

“Viemos trazer a proposta para construção de um centro de diagnóstico e estamos saindo com a palavra do governador Mauro Mendes para a construção de um centro de tratamento oncológico”, comemorou o deputado Ondanir Bortolini, Nininho,  (PSD) ao fim da reunião no Palácio Paiaguás, na tarde da última quinta-feira (10). 

Além do chefe do Executivo mato-grossense e do parlamentar responsável pelo agendamento da reunião, também participaram do encontro prefeitos e vereadores de diversos municípios da região Sul e Vale do Araguaia, os deputados federais Carlos Bezerra (MDB) e Neri Geller (PP); presentes também o senador Carlos Fávaro (PSD) e o secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo. 

De início, a proposta levada a discussão com o governador Mauro Mendes visava construção de unidade para diagnóstico de câncer, em parceria com o Hospital do Amor, sediado em Barretos (SP), a exemplo de outras vinte em funcionamento no país, uma delas em Mato Grosso, no município de Sinop. O prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, inclusive já adiantara o projeto de engenharia e a doação de terreno com área de 15 mil metros quadrados.

O resultado do encontro foi além do que era esperado. O governador entendeu a necessidade de atendimento a pacientes oncológicos do sul mato-grossense e região do Araguaia, que hoje precisam se deslocar até a cidade do interior paulista para tratamento.

Mauro Mendes propôs então a viabilização de parceria para a construção de uma unidade com estrutura não apenas para diagnóstico oncológico, mas também para tratamento de câncer – enfatizou, porém, a necessidade de planejamento prévio detalhado não apenas do espaço físico, assim como de equipamentos necessários, recursos humanos e da administração futura da unidade hospitalar.

De pronto, o prefeito de Rondonópolis garantiu a doação de uma área maior – com pelo menos 40 mil metros quadrados – para a construção do hospital.

Bastante satisfeito com o compromisso assumido pelo governador, o deputado Nininho destacou a necessidade de parcerias com o empresariado da região, assim como a destinação de emendas parlamentares estaduais e federais para a viabilização do projeto.

Ele ainda aproveitou a oportunidade para pedir ao governador a disponibilização de uma unidade móvel – caminhão – devidamente equipada para a realização de diagnósticos em câncer de mama para atendimento imediato à população daquelas regiões – mais uma vez conseguiu apoio de Mauro Mendes, que garantiu o atendimento à solicitação já para o próximo mês.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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