REUNIÃO NA ANEEL

Mauro Mendes articula soluções em Brasília para baratear custo da energia em Mato Grosso

O gestor mato-grossense relatou que o atual modelo de cobrança faz com que o custo da energia em Mato Grosso seja um dos maiores do país.

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Política

Secom - MT

Mauro Mendes destacou que custo repassado ao consumidor é muito alto

O governador Mauro Mendes se reuniu na manhã desta quarta-feira (17), em Brasília, com o presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, para articular soluções voltadas a baratear a conta de energia dos mato-grossenses.
Na reunião, o gestor mato-grossense relatou que o atual modelo de cobrança faz com que o custo da energia em Mato Grosso seja um dos maiores do país.
De acordo com o governador, o fato ocorre porque os investimentos necessários para expandir a rede elétrica no Estado acabam sendo cobrados na fatura de todos os usuários.
“Ou seja, no atual modelo, quanto mais se investe em energia elétrica, mais cara a conta fica. E Mato Grosso precisa de investimentos, por ser um Estado comterritório muito grande e termos uma população muito pequena para pagar isso. Não é justo que o cidadão tenha que arcar com uma conta tão cara”, destacou.
Mauro lembrou que, ainda em 2022, reduziu a alíquota do ICMS da energia elétrica, que era 27% e passou a 17%, a menor do Brasil.
Porém, conforme o governador, essa medida não é suficiente, pois boa parte da cobrança da conta de energia é composta pelos gastos e investimentos realizados pela concessionária.

“Nessa lógica, quanto mais investir, mais fica cara a conta e isso penaliza a população dos estados em desenvolvimento, que é o caso de Mato Grosso. Por isso abrimos um diálogo com a Aneel para mudar essa realidade e contrário alternativas para baratear essa conta”, finalizou.
Também participaram da reunião: o suplente de senador Mauro Carvalho e o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia.

 

 

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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