“Nem por Deus”

Mais uma rejeição marca trajetória de Wellington rumo a reeleição ao Senado

Representantes da Assembleia de Deus confirmaram apoios para outros nomes

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Política

Foto: Divulgação

A sequência de ações que vão na contramão dos projetos de reeleição do senador, Wellington Fagundes (PL), começou a desmoronar o “Reino Encantado”, que vislumbrava a perpetuação da sua pessoa na vida pública. Já não bastava todas as dificuldades, os concorrentes, agora o anúncio dos representantes da Assembleia de Deus, deixou bem claro a exclusão do senador, para apoiar um representante da Igreja.

Para quem vem acompanhado as ações da política no estado, o senador que hora é visto em eventos católicos, evangélicos entre outros, estando com todos sem se comprometer com ninguém, parece que está recebendo um pouco do que plantou.

Segundo fontes e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, se tratando de religião, o senador supostamente estaria com a agenda lotada, sendo que na sexta-feira, “bateria uma curimba e o pezinho no terreiro de Candomblé, fazendo pedido a Exu. No sábado pela manhã compartilha com os Adventistas, no final da tarde vai até tomar um passe com os Espíritas. No Domingo, glorifica de pé na Igreja evangélica, e a noite reza terço com os católicos”.

Pelo que tudo indica, os evangélicos já reconheceram as ações do WF, e preferiram apoiar um representante da Assembleia, neste sentido, os cristãos devem seguir o mesmo caminho, assim, a missão praticamente impossível deverá ficar por conta de Exu, que terá muito trabalho para atender esta demanda.

Para piorar a situação do senador, só falta o governador Mauro Mendes desistir da reeleição ou anunciar apoio para outro pré-candidato, já que o discurso do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) mudou o “tom”, mostrando que a sigla tem outras opções no Estado.

A reviravolta é certa, outros nomes estão surgindo, as mulheres agora têm opção, os cristãos têm seus representantes, o que era visto como exclusividade, apoios da maioria das lideranças, já não é mais o mesmo, a contabilidade terá muito trabalho para readequação, porque a polarização dos votos, vai prejudicar o que era visto como favorito, e beneficiar os mais, unidos, coesos, com melhores propostas e menor rejeição.

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Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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