“Nem por Deus”
Mais uma rejeição marca trajetória de Wellington rumo a reeleição ao Senado
Representantes da Assembleia de Deus confirmaram apoios para outros nomes
Política
A sequência de ações que vão na contramão dos projetos de reeleição do senador, Wellington Fagundes (PL), começou a desmoronar o “Reino Encantado”, que vislumbrava a perpetuação da sua pessoa na vida pública. Já não bastava todas as dificuldades, os concorrentes, agora o anúncio dos representantes da Assembleia de Deus, deixou bem claro a exclusão do senador, para apoiar um representante da Igreja.
Para quem vem acompanhado as ações da política no estado, o senador que hora é visto em eventos católicos, evangélicos entre outros, estando com todos sem se comprometer com ninguém, parece que está recebendo um pouco do que plantou.
Segundo fontes e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, se tratando de religião, o senador supostamente estaria com a agenda lotada, sendo que na sexta-feira, “bateria uma curimba e o pezinho no terreiro de Candomblé, fazendo pedido a Exu. No sábado pela manhã compartilha com os Adventistas, no final da tarde vai até tomar um passe com os Espíritas. No Domingo, glorifica de pé na Igreja evangélica, e a noite reza terço com os católicos”.
Pelo que tudo indica, os evangélicos já reconheceram as ações do WF, e preferiram apoiar um representante da Assembleia, neste sentido, os cristãos devem seguir o mesmo caminho, assim, a missão praticamente impossível deverá ficar por conta de Exu, que terá muito trabalho para atender esta demanda.
Para piorar a situação do senador, só falta o governador Mauro Mendes desistir da reeleição ou anunciar apoio para outro pré-candidato, já que o discurso do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) mudou o “tom”, mostrando que a sigla tem outras opções no Estado.
A reviravolta é certa, outros nomes estão surgindo, as mulheres agora têm opção, os cristãos têm seus representantes, o que era visto como exclusividade, apoios da maioria das lideranças, já não é mais o mesmo, a contabilidade terá muito trabalho para readequação, porque a polarização dos votos, vai prejudicar o que era visto como favorito, e beneficiar os mais, unidos, coesos, com melhores propostas e menor rejeição.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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